
1. Quais são as suas principais ações à frente da OAB?
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Quando assumimos era urgente resgatar a credibilidade da OAB-PE perante a classe e a sociedade. Para isso, cumprimos nossos compromissos: redução da anuidade em 30%, realização de seleção pública para funcionários e corte de custos. Foi preciso organizar a Ordem para prestar melhores e inéditos serviços como: comunicações processuais gratuitas - o RECORTE DIGITAL; um bom plano de saúde - o UNIOAB; uma previdência complementar - a OABPREV; a PÓS-GRADUAÇÃO e novos cursos, congressos e seminários com a modernização da Escola de Advocacia (ESA); e ações como a defesa intransigente das prerrogativas dos advogados, para a qual criamos um plantão 24hs - o disk prerrogativas. Isso sem descuidar de recolocar a OAB-PE nas grandes discussões da população, enfrentando graves questões sociais e polÃticas: a luta por mais ética, com o combate ao nepotismo e aos candidatos “fichas sujas”; a ação contra aumentos abusivos da taxa de marinha; e a mobilização por menos violência e menos impunidade de maneira geral.
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2. Por que o governador não divulga para a opinião pública as ações do Pacto pela Vida?
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Acredito que para não demonstrar a ineficiência da(s) polÃtica(s) pública(s) de segurança. O Pacto prevê mais de 130 metas e não sabemos como esta a execução fática e orçamentária, por exemplo, das mesmas.
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3. O que lhe motiva a solicitar estes dados?
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Queremos que seja cumprida a idéia inicial de participarmos, todos, de uma grande concertação. Mas onde haja espaço para análises crÃticas e efetivo controle social. Entidades como o IACE, o NICC e a OAB-PE não devem e não podem ser apenas figurantes. A abertura e transparência dos dados, além de um direito de todos nós, é uma necessidade premente e dramática diante dos avassaladores Ãndices de criminalidade que tantas tristezas e angústias nos trazem. Recife transpira insegurança e medo. Basta andar em uma avenida como a Agamenon Magalhães ou ler os jornais diários.
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4. O senhor é candidato à reeleição?
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Não alimento esta pretensão. Mas acredito, sinceramente, que a polÃtica associativa - desde que exerci a presidência do Diretório Acadêmico da Faculdade de Direito do Recife - é uma obra coletiva, de grupo. Principalmente, porque as realizações são sempre frutos dos esforços de muitos, do conjunto. O próprio sistema OAB é colegiado. Em resumo, como presidente da Instituição, lhe digo que o processo de escolha do candidato da situação terá a participação de todos aqueles que, hoje, fazem a OAB-PE. O mais importante é que a candidatura tenha um perfil ético e mantenha a unidade do grupo.
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5. O senhor é candidato nas eleições de 2010?
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Não acredito, como disse acima, em nenhum projeto polÃtico onde prepondere o individualismo. Assim, não há uma candidatura a deputado estadual ou a deputado federal. Agradeço aos que me estimulam, generosamente, pensando em novos caminhos. Sei que esse é o resultado natural do trabalho sério e comprometido realizado à frente da OAB-PE e da necessidade de que novos quadros venham a surgir na polÃtica pernambucana.Â
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