Instituto Maurício de Nassau

9 de Setembro de 2010 às 13:59
Autor Isabel França - Postado em Artigos | Sem comentários - Comente!

O que deveria ter sido evitado II

Por Janguiê Diniz – Fundador do Grupo Ser Educacional - janguie@sereducacional.com

 
Pelo menos 14 estados brasileiros, além do Distrito Federal, estão em estado de emergência ambiental. O decreto veio do Ministério do Meio Ambiente esta semana, e o problema desta vez não se refere às chuvas, mas às queimadas. Ou seja, é mais grave, porque não se trata apenas de condições climáticas, mas envolve a negligência do Poder Público, uma vez que prefere remediar à investir na prevenção.

 
 
Na lista dos estados afetados estão Amapá, Amazonas, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima, Pará, Piauí, Tocantins, Bahia, Goiás e Minas Gerais. Pelo decreto do Ministério, esses estados podem, se preciso, contratar brigadistas para combater o fogo sem necessidade de licitação. É o mínimo que o Poder Público pode fazer depois da dimensão que o problema tomou. A questão é que o Governo Federal não usou de maneira correta os recursos disponíveis para atenuar os focos de incêndios. Agora eles se alastram pelo País.

 
E não se pode mencionar falta de recursos. Sabe-se que o programa de prevenção e combate ao desmatamento, queimadas e incêndios florestais, chamado Florescer, conta com um orçamento na ordem de R$ 90,7 milhões para ser usado somente em 2010. Faltam três meses para acabar o ano e somente 50% (pouco mais de R$ 46 milhões) da verba prevista foi utilizada nos projetos antiqueimadas.

 
De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o número de incêndios florestais este ano praticamente dobrou em comparação com igual período de 2009. também foi ampliada, segundo o Inpe, a quantidade de áreas atingidas pelo fogo. Até o fim do mês de agosto, pelo menos 31 mil pontos de queimadas em todo o País foram registrados, quase duas vezes mais se comparado com o mesmo período do ano passado.

 

Quando se fala em negligência, a explicação é simples: a queda da umidade já é esperada na mesma época todos os anos. Se houvesse planejamento nesta gestão, o incidente teria sido de menor gravidade, causando um impacto bem menor ao País. A aplicação de recursos em políticas públicas era latente, no entanto o Poder Público fez pouco caso do problema. Os recursos deveriam ter sido usados para o combate dos focos de incêndio que atingem os diversos estados brasileiros, já que não houve investimento na prevenção das queimadas.

9 de Setembro de 2010 às 09:13
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Notícias do dia

JORNAL DO COMMERCIO

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- Mais um sigilo violado. José Serra vê quadrilha

- Acusada de vazamento terá sigilo telefônico quebrado

- Dilma nega que tenha recorrido ao presidente

- Marina diz que Lula banalizou violação

- Recurso de Roriz já no STF

- PTB mantém nome de Tuma

- Oposição endurece ataques na TV

- Eleição será “divisor de águas”, diz Eduardo

O guia da TV de Pernambuco

- Jarbas: “oposição paga um preço”

- TRE impõe rodízio na “farra” das propagandas

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DIARIO DE PERNAMBUCO

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- TRE adota “rodízio” para propaganda

- MP descarta objetivo político na quebra de sigilos pela Receita

- Marco Maciel desvincula sua imagem de Jarbas

- O desafio de vencer Armando

- Eduardo Campos muda discurso e ataca adversário 

- Jarbas critica postura da oposição

- MP denuncia fraude em Surubim

- Se der Dilma, Senado será mais “amistoso”

- Jungmann vê Sertão abandonado

- Partidos usam candidatas laranjas

- Genro de Serra também monitorado

- PT: não há como controlar militantes

- Guerra lembra o caso do mensalão  

8 de Setembro de 2010 às 11:38
Autor Isabel França - Postado em Notícias | Sem comentários - Comente!

A charge do dia - Clayton

Publicada no jornal O Povo (CE)

8 de Setembro de 2010 às 11:29
Autor Isabel França - Postado em Economia | Sem comentários - Comente!

A contradição no otimismo

 

Por Janguiê Diniz – Fundador do Grupo Ser Educacional – janguie@sereducaciolnal.com

 
Os brasileiros estão mais otimistas em relação à situação socioeconômica do País. A constatação é da pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que mostra uma expectativa de que a economia brasileira irá melhorar. No entanto, uma contradição: a mesma pesquisa mostra que a maioria das famílias brasileiras (54%) tem dívidas. E o valor médio é de R$ 5.427.

 
A contradição não está na pesquisa, mas na opinião dos brasileiros. Na verdade, o otimismo é motivado pelas promessas de Governo e pela garantia de que o Brasil cresce em ritmo nunca antes visto. No entanto, crescem também as oportunidades de financiamento. E isso tem seu lado positivo, mas também um lado negativo. Cada vez mais instituições ofertam crédito fácil aos brasileiros. Cada vez mais, as facilidades para a compra de bens de consumo duráveis, como veículos e imóveis, saltam aos olhos do consumidor. E cada vez mais os brasileiros se vêem endividados.

 
Pelo levantamento do Ipea, o Índice de Expectativas das Famílias (IEF) foi de 62,75 pontos no mês de agosto, numa escala de 0 a 100. Foram mais de 3,8 mil domicílios visitados em 214 municípios, em todas as unidades da federação. Pelo menos 58% das famílias dizem acreditar que o Brasil irá passar por melhores momentos nos próximos 12 meses e 55% dos entrevistados são ainda mais otimistas, julgando que o País irá permanecer próspero nos próximos cinco anos. Somente pouco mais de 19% das famílias acreditam que o Brasil terá momentos difíceis no curto prazo, e 16% pensam o mesmo para o médio prazo.

 
Apesar de tanto otimismo, é certo que 26% dos brasileiros revelam ter alguma dívida, ao passo que 11% garantem estar muito endividados. A pesquisa vai além: para cerca de 15% das pessoas endividadas, o débito equivale a cerca de metade do rendimento mensal. Já 23,5% têm dívidas entre uma e duas vezes o salário. Ainda 16% garantem que têm entre duas e cinco vezes a renda mensal comprometida. Mas há dados mais alarmantes: para 23%, o endividamento supera em cinco vezes a renda familiar mensal. E o problema maior não está na baixa renda, mas na classe média. A pesquisa apontou que o comprometimento da renda das famílias brasileiras com dívidas cresce de acordo com a elevação da faixa salarial.

 
Esta, sim, é a realidade do brasileiro. É a herança deixada pelo esplendoroso crescimento econômico o qual o Governo tanto se orgulha. O brasileiro está confiante, sim. Mas otimismo demais às vezes atrapalha. É esta confiança que leva o consumidor já endividado a tomar outros financiamentos, a adquirir bens e, ainda assim, confiar no Brasil. Confiar no Brasil. Um País que continua prometendo maiores índices de crescimento econômico. E continua mostrando aos brasileiros uma realidade que não lhes pertence. O País precisa crescer, sim, mas crescer com cautela. Não é preciso levar a prateleira de produtos à casa do consumidor, mas fazê-lo ter condições de, por conta própria, fazer suas compras. Sem endividamentos.

8 de Setembro de 2010 às 11:22
Autor Isabel França - Postado em Eleições 2010 | Sem comentários - Comente!

Os cenários da pesquisa para o Senado

 

Por Adriano Oliveira – Cientista Político

 

Cisnes Negros podem aparecer na trajetória eleitoral. Crenças, diante, inclusive, de pesquisas, podem ser falsas. Nem sempre o ator político consegue analisar o instante eleitoral considerando o todo da sua complexidade. É difícil o candidato enxergar a realidade.

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Continuo a afirmar: a eleição para o Senado em Pernambuco continua indefinida. Um fato me possibilita a fazer tal afirmação: 32% dos eleitores estão indecisos e 17% dos eleitores votarão em branco ou nulo (Pesquisa IBOPE realizada em 03/09). Observo, portanto, que 49% dos eleitores ainda não escolheram em que votar.

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Considerando a margem de erro da pesquisa (2%), posso asseverar que 51% dos eleitores não escolheram nenhum candidato. Portanto, a pergunta é: quais serão os escolhidos neste mercado? Ou melhor, para que fique claro para os assessores: no universo de 51%, quantos eleitores poderão vir a optar por Humberto Costa, Armando Monteiro, Marco Maciel, Raul Jungmann, dentre outros?

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 Na disputa para o Senado, alguns questionamentos devem ser considerados:

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• Eduardo Campos conseguirá fazer com que Armando e Humberto se distanciem de Maciel?
• O eleitor aceitará passivamente a solicitação de Lula e votará em Humberto e Armando?
• No interior de Pernambuco predominará o voto casado entre Humberto e Armando ou Maciel e Armando?
• Jungmann impedirá (ou já impede) o crescimento de Humberto na Região Metropolitana do Recife?   
• A estabilidade de Marco Maciel, demonstrada em todas as pesquisas, evidencia que Armando e Humberto precisam conquistar os indecisos para derrotar o democrata?    
• Quem é o segundo senador de cada eleitor? Por exemplo: o eleitor de Humberto vota em quem? E o eleitor de Armando? O segundo voto, caso ocorra, já que o eleitor pode optar por votar em um único candidato, torna a eleição imprevisível.

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Os cenários descritos abaixo mostram, claramente, que não existem, ainda, favoritos na disputa para o Senado – Considero a última pesquisa do IBOPE.

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Cenário 1: Humberto: 47% - 49% - 51%; Cenário 2: Marco Maciel: 33% - 35% - 37%
Cenário 3: Armando 32% - 34% - 36%

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Os três candidatos, considerando a margem de erro da pesquisa do IBOPE, podem ter os três percentuais expostos. Então, exercitem, com paciência e sem paixão, e vejam que Humberto, Maciel e Armando podem vir a ser eleitos este ano.

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Espero que as próximas pesquisas, diante da aproximação da eleição, tornem mais nítido a chance de cada um. Por enquanto, não me falem em favoritos na disputa para o Senado em Pernambuco.

3 de Setembro de 2010 às 16:03
Autor Isabel França - Postado em Notícias | Sem comentários - Comente!

A charge do dia - Humberto

Publicada no Jornal do Commercio (PE)

3 de Setembro de 2010 às 15:10
Autor Isabel França - Postado em Eleições 2010 | Sem comentários - Comente!

“Se todos voltarem nas mesmas coisas há décadas, não será possível ver um enriquecimento da política”

 

Apresentado como uma opção alternativa para as eleições estaduais, o candidato ao governo de Pernambuco pelo Partido Verde (PV), Sérgio Xavier, defende ações de inclusão social, combate a violência e desenvolvimento econômico, todas integradas com a preservação do meio ambiente. Em entrevista concedida ao Blog do Instituto durante o 27° encontro da Confraria da Educação, realizado ontem (02) o restaurante Boi Preto, o candidato fala dessas e outras propostas.

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Como é que está a campanha nessa reta final, faltando um mês para as eleições?

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A campanha está nas ruas, nos debates, nas TVs, nas rádios, enfim, e estamos muito otimistas, por que sabemos quando as pessoas escutam as propostas e percebendo que o partido tem soluções para muitos problemas que estão aí.

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Como o PV enxerga o programa Bolsa Família?

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O PV defende uma terceira geração do programa social. A primeira geração foi a da cesta básica, feito para que as pessoas não morressem de fome. Depois veio o Bolsa Família, que considero um avanço. Apesar de ser uma proposta interessante, pois existe uma contrapartida que as crianças estejam na escola, nós queremos ir além. A terceira geração, que nós propomos, quer inclusão produtiva, ou seja, você ter todos os benefícios do Bolsa Família, mais capacitação, treinamento, criação de oportunidades de emprego onde elas moram. Nossa proposta é crias as empresas inclusivas, que são as empresas no local onde as pessoas moram, criando novas oportunidades de emprego, identificando as vocações, vendo qual o talento daquelas pessoas, crescendo profissionalmente e aumentando na autoestima delas.

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Então podemos dizer que essa terceira geração significa, caso eleito, uma expansão do Bolsa Família?

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O Bolsa Família é fundamental porque dá alguma estabilidade a muitas pessoas que estão desempregadas, que são analfabetas. Eu conheço bem a pobreza, vi de perto a miséria no semi-árido nordestino e sei que, em alguns casos, tem que ter uma assistência urgente, mas não pode ficar numa emergência pelo resto da vida. Tendo uma base para que elas possam sobreviver, é importante também que recebam oportunidades de entrar no mercado de trabalho.

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Como o PV propõe ações para a área da Segurança Pública no Estado?

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Achamos que o Pacto pela Vida, conceitualmente é interessante, tem uma visão integrada e acho que esse é o caminho, mas a forma de implementar está muito precária. Ainda existe muito problema, e aí propomos um “Pacto pela Vida 2.0”. Acreditamos que além de ter a capacitação dos policiais, atualização, aumento de salário, planos de cargos e carreira, enfim, toda essa parte de valorização do servidor público e da estrutura de trabalho, é importante também que o programa melhore o futuro das pessoas. Para que isso aconteça, temos que investir no que considero os três principais pilares que são: a família, a escola e o emprego. Se não houver investimento nesses três polos, ficaremos a enxugar gelo, porque a violência vai ser sempre realimentada por essa exclusão social. Nós vemos que mesmo com o Pacto pela Vida, Pernambuco já possui mais de 2 mil pessoas. Nesse ritmo, até o final do ano, teremos cerca de 4 mil assassinatos, o que considero um dado assustador. Para que esses dados cheguem perto de zero, temos que criar condições sociais para que as pessoas não entrem na rota do crime.

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O Senhor afirmou em sua apresentação, que Ipojuca tem apenas 3% de área verde preservada, e que existe um planejamento para a expansão da em cima desse percentual, o que devastaria por completo essa área. A sociedade e os empresários parecem não estar convencidos que é possível aliar preservação do meio ambiente e desenvolvimento econômico. Como o PV defende a idéia nesse aspecto?

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Hoje, a preservação ambiental já é uma grande oportunidade de geração de renda. Eu vou falar aqui na economia de baixo carbono. Existe hoje no mundo, cerca U$ 80 bilhões disponíveis para projetos de captação de CO2 para fazer a compensação de Gás Carbônico. O Protocolo de Kioto ficou no compromisso que limitar a emissão de CO2 das empresas. Quando elas passam do limite, elas têm que comprar projetos que captam CO2 para manter o limite. Por conta dessa e outras demandas ambientais, é possível trazer recursos para Pernambuco e para o Brasil, gerando muito emprego aqui nessa área de recuperação de áreas degradadas, de replantio de Mata Atlântica, Caatinga, projetos na área de lixo, tudo isso com recursos que não vêm dos cofres públicos, são projetos financiados por empresas internacionais e que Pernambuco não está vendo que isso existe porque não está com um olhar para o século XXI. O Governo ainda está olhando para a era dos estaleiros, que são indústrias de antes da descoberta do Brasil. É um investimento importante, mas não pode ficar só nisso. Nós defendemos que naquela área de Ipojuca sejam construídos três estaleiros para que não precise desmatar mais os mangues e que, caso não tenha demanda de navios, não tenha um salto grande de desemprego no Estado. Por isso, a gente tem que criar empregos olhando para a sustentabilidade, fazendo projetos que reaproveite água, reduza o consumo de energia, que possa fazer a reciclagem de lixo. Tem muita coisa que pode virar renda.

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Há um mês das Eleições, com o guia no ar, o PV ainda acredita num possível subida nas próximas pesquisas? Marina virá novamente para o Estado?

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O eleitor é soberano para escolher. Estamos fazendo um esforço muito grande para levar informação, para discutir as nossas idéias e propostas, para apresentar uma alternativa sintonizada com o século XXI, diferente das outras propostas que estão aí, enfim, estamos fazendo a nossa parte. Esperamos que o eleitor se informe e apoie essa causa. Se todos voltarem nas mesmas coisas há décadas, não será possível ver um enriquecimento da política, é importante votarem no Partido Verde (PV) para que os outros candidatos também se preocupem com essas questões. O PV não vai fazer tudo sozinho, a sociedade inteira e os outros partidos precisam resolver esse problema da sustentabilidade. A senadora Marina Silva deve vir para Pernambuco, mas ainda não definimos a data.

3 de Setembro de 2010 às 10:07
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3 de Setembro de 2010 às 10:07
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3 de Setembro de 2010 às 10:00
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Notícias do dia

JORNAL DO COMMERCIO

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- Eduardo, um líder incomodado

- Jarbas vê uma “reação ridícula”

- Palácio vê crime eleitoral e aciona MPPE e MPE

- Ação contra peemedebista também é movida no TRE

- João Paulo e Siqueira réus em ação penal

- “Indignado”, Serra vai ao ataque

- Outro nome envolvido no caso

- Jarbas vê aparelhamento e também leva caso à TV

- Desgastado, Cartaxo se mantém

- Sinal vermelho na campanha de Dilma
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DIARIO DE PERNAMBUCO

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- Eduardo “evita” debate

- Frente Popular vai à Justiça Eleitoral  

- Alencar recebe alta e deixa hospital Sírio-Libanês

- Reação do governo ao ato foi ridícula, diz Jarbas

- Maciel não vai mudar rumo de sua campanha

- Guerra é chamado por Serra  

- PT processa PSDB e Sérgio Guerra

- Voto à venda na internet

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FOLHA DE PERNAMBUCO

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- Frente apresenta queixa-crime contra Jarbas

- Ministério Público também é acionado

- Eduardo considera ato ofensivo e ilegítimo 

- Campos e primeira-dama tiram 2ª via dos títulos

- Sérgio Xavier propõe gestão 3D

- Jarbas considera reação de socialista “ridícula”

- “Pequenos” intensificam agenda de campanha

- Dois candidatos ao Senado internados 

- STF confirma que as piadas estão liberadas

- Marina Silva condena “vale-tudo”

- Lula ordena que PF assuma o caso

- Tucano mantém acesso à ação

- TSE nega ação de Serra contra Dilma   

- Contador dá sua versão sobre a procuração 

- No guia, tucano acusa “baixaria” de petista

- Para candidata, denúncia é indício de desespero  

- Carlos Damião empossado no TRE

- Presidente marca audiência com partidos 

- Desembargador tem atuação destacada na solenidade

As opiniões postadas neste blog não refletem necessariamente a posição deste Instituto.

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