O dilema do caso brasileiro

Todo mundo se pergunta à s causas dos problemas econômicos brasileiro. Por muito tempo os juros altos foi o grande vilão. As taxas de juros são altas porque o governo gasta muito. Esse excesso desequilibra a relação entre demanda e oferta. A taxa de juros é um mecanismo da polÃtica monetária que tem como uma de suas funções controlar a inflação. O juro aplicado pelo COPOM é o reflexo da polÃtica orçamentária brasileira, mas não quero me adiantar. Hoje entendo que o problema passa por uma complexa cadeia macroeconômica. Vamos por partes.
 Ao longo do tempo o Brasil vem gastando mais do que arrecada com seus impostos. A isso chamamos de déficit público, ou melhor, déficit público primário. Para estancar esse prejuÃzo um paÃs tem basicamente duas alternativas: emitir moeda ou vender tÃtulos públicos. A primeira opção tem resultados que conhecemos muito bem: a inflação. E a segunda opção é de longe a alternativa mais usada no mundo inteiro para tapar os rombos da dÃvida pública.
Mas o que isso quer dizer? Vender tÃtulos da dÃvida pública é como tomar empréstimos. O governo vende os tÃtulos para empresas e bancos por um certo perÃodo de tempo. Ao fim desse tempo o governo tem que pagar o valor original mais os juros. No Brasil isso representa 70% de montante das aplicações bancárias. É ai que se encontra o problema de polÃtica macroeconômica. O importante de fato não é o déficit público primário que foi mencionado anteriormente. Mas sim o déficit público operacional. Este é a diferença dos gastos públicos pela arrecadação (déficit primário) mais os juros dos tÃtulos da divida pública. Leia este post na íntegra »











