Instituto Maurício de Nassau

14 de Abril de 2009 às 10:40
Autor Adriano Oliveira - Postado em Política | 1 Comentário - Comente!

Proposta viável?

José Mendonça deu a sugestão. Cabe agora Marcos Magalhães aceitar. Foi um achado. Embora este achado tenha sido combinado com alguém. Talvez Jarbas Vasconcelos tenha dado a sugestão. Alguns afirmam para mim que o senador Jarbas deseja ser candidato. Outros afirmam que não. Todos eles têm alguma aproximação com o senador. Portanto, estou cético com a candidatura de Jarbas. E agora, estou confuso. Pois desconfio que José Mendonça combinou com alguém antes de sugerir o nome de Marcos Magalhães. Se esta minha suspeita seja verdadeira, Mendonça constata que Jarbas não será candidato. Então, José Mendonça procura um candidato viável. Marcos Magalhães é viável. Tem condições de ser transformado em um bom produto. Principalmente para os eleitores das classes A e B das cidades da Região Metropolitana, incluindo o Recife, e de municípios estratégicos, como Caruaru, Gravatá, Petrolina e outros. E os prefeitos? Já frisei aqui por várias vezes, e mais uma vez repito: os prefeitos virão de acordo com as pesquisas. Se Marcos Magalhães mostrar viabilidade eleitoral, o governador Eduardo Campos terá que se preocupar com os cerca dos seus 140 prefeitos – talvez sejam mais. Ontem, um experiente político da oposição me disse: quando Jarbas crescer nas pesquisas, os prefeitos virão. Este raciocínio serve para Marcos Magalhães? Desconfio que sim. Por enquanto, as eleições estaduais em 2010 não têm quadro definido. Porém, uma certeza: considerando diversas variáveis – força de Serra e de Lula, candidatura Ciro, efeitos da crise, percepção das obras do PAC, João Paulo, aprovação do governador Eduardo Campos – Pernambuco terá uma eleição disputada, apesar do parcial favoritismo do governador Eduardo Campos.

14 de Abril de 2009 às 09:33
Autor Aldo Vilela - Postado em Segurança Pública | Sem comentários - Comente!

Os bandidos do futebol vão agir até quando?

Quero aqui abrir um espaço para os amantes do futebol de forma bem ampla. Sabemos que, o que enche e provoca o brilho dos estádios é o torcedor. Já faz tempo e isso não está sendo discutido com seriedade. Falo das torcidas organizadas, ou máfias organizadas, bandidos que se infiltram nas torcidas e usam a imagem das instituições para praticar delitos graves. Esses bandidos, travestidos de torcedores estão acabando com a beleza do espetáculo. Algumas perguntas que merecem respostas, e, eu pediria a você leitor, se  possível a sua participação.

1 – A Federação Pernambucana de Futebol vai ficar até quando omissa nesta neste assunto?
2- Os clubes continuarão calados sobre o tema?
3 – A justiça vai ou não achar uma forma de punir estes marginais que vão ao estádio de futebol apenas praticar atos bandidos?
4- Você levaria seu filho ao estádio de futebol em dia de clássico?

13 de Abril de 2009 às 09:55
Autor Adriano Oliveira - Postado em Artigos | 3 Comentários - Comente!

Os muros e as contradições

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, decidiu construir muros nas favelas cariocas. Por coincidência, boa parte das favelas que receberão os muros está na Zona Sul da capital fluminense. O argumento do governador é de que os muros propiciarão o controle urbano e que eles evitarão a degradação ambiental. Argumento plausível. Mas desconfio que os muros escondam outros interesses. Afastar os moradores das favelas dos moradores da Zona Sul – este é um outro interesse. Ora, os muros representarão a divisão da cidade. Tornará nítido que o Rio de Janeiro é uma cidade partida – definição Zuenir Ventura antes da construção dos muros. De um lado, os moradores do asfalto. De outro, os moradores da favela. No asfalto, em particular na Zona Sul, está presente o que “presta” do Brasil. No caso, os empresários, os turistas estrangeiros, a elite do funcionalismo público e os consumidores de drogas. E os consumidores de drogas “prestam”? Claro que sim. Pois são viciados, têm problemas com a família. Precisam ser reconhecidos como um problema de saúde pública. Em contrapartida, nas favelas estão os que não “prestam”. Os desempregados. As empregadas domésticas que colocam os patrões da Zona Sul na Justiça. Os desocupados. Os traficantes. Para os moradores da Zona Sul, estes são culpados por tudo – “a insegurança é culpa deles”, “por mim eu matava tudinho”. A favela é responsável pelo tráfico. Vejam o raciocínio: “o meu filho é viciado em drogas por conta do traficante”. Infelizmente, os moradores da Zona Sul não conseguem sofisticar o raciocínio, ou seja: “os traficantes existem em razão do meu filho consumir drogas”. Impossível eles pensarem assim. Caso consigam raciocinar de modo diferente, os moradores da Zona Sul defenderão o fim dos privilégios no Estado brasileiro. Defenderão o fim dos altos salários no serviço público. Defenderão investimento no ensino básico em vez de mais investimento no ensino superior. Defenderão uma Polícia e uma Justiça imparciais. Mas raciocinar desta formar é ir contra os seus interesses. Preferem fingir que estão preocupados com o outro. Então, apóiam ONGs. Votam no Gabeira. Fazem passeata pela paz. Elogiam as políticas sociais de Lula. Criticam a corrupção no Congresso. Por outro lado, permitem a construção do muro. Acreditam que o muro não irá fortalecer o estereótipo do favelado. Ledo engano. Nas capitais brasileiras, os indivíduos são respeitados não só pelo carro que anda, mas pelo bairro que moram. Com o muro, a identificação omitirá o bairro. O favelado irá dizer: “moro atrás do muro”. Desta forma, o turista estrangeiro entenderá de modo mais fácil o Brasil. Nós, brasileiros, somos diferentes/hipócritas. Defendemos a igualdade social. Mas não pregamos a igualdade dos direitos. Defendemos políticas de cotas raciais, em vez de cotas sociais. Defendemos universidades públicas, e esquecemos de defender investimentos no ensino básico. Defendemos a construção de muros como ferramenta para preservar a natureza. Em vez de defendermos a urbanização das favelas e um estado provedor de igualdade de condições para todos.

 

10 de Abril de 2009 às 21:55
Autor Isabel França - Postado em Artigos | Sem comentários - Comente!

Pescados

Pescados

Por: Elza Ferreira - Coordenadora do curso de Gastronomia da Faculdade Maurício de Nassau.

Segundo dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), a recomendação para o consumo médio por pessoa de pescado é de 12 kg/ano. No Brasil, esse consumo está em torno de 7 kg/ano e com previsão de aumento para 2011 de 9 kg/ano. Os pescados são produtos ricos em proteínas e elevado teor de água. Possuem sabor suave e agradável e são de fácil digestão. Devido a sua composição química, são gêneros fáceis de sofrer deterioração. Os mesmos carecem de cuidados no momento de sua captura, durante o seu armazenamento e distribuição. Os pescados são produtos que podem ser conservados de várias maneiras, tais como: sob refrigeração, congelamento, em conservas, defumados e salgados. Podemos preparar diversas preparações com estes produtos, desde moquecas, peixadas, ao forno, ensopados, fritos, gratinados. Basta escolher a receita que melhor o agrada ou então se deixar levar pela criatividade e descobrir as possibilidades destes produtos tão versáteis. Seguem algumas dicas que devemos ter ao adquirirmos estes produtos, principalmente neste período tão especial que é a Páscoa, onde o consumo aumenta bastante.

Dicas sobre as características do peixe fresco versus peixe em estado de deterioração

Aparência Geral: no produto fresco a superfície é lisa, brilhosa, metálica com reflexo. Sua aparência é fosca, sem brilho e reflexo, quando o produto está deteriorado.
Consistência: no peixe fresco é firme à pressão dos dedos, não deixa marcas. No peixe deteriorado é mole, deixa marcas à pressão dos dedos.
Corpo: a carne é rígida e arqueada, no produto fresco. Quando o produto está deteriorado é mole.
Carne: no produto fresco a carne é firme, elástica, branca ou cor-de-rosa com reflexo. A carne é friável, músculos bordados de azul ou amarelo, no produto deteriorado.
Escamas: aderentes a pele e são brilhantes. Quando ó produto está deteriorado as escamas ficam levantas e afastam-se facilmente ao contato.
Olhos: quando fresco são brilhantes e claros, convexo, sem manchas na íris e são transparentes. Quando estragados os olhos são opacos, com manchas na íris e de aspecto vidroso.
Brânquias: são róseas ou vermelhas, úmidas e brilhantes com odor metálico, quando frescos. Em produtos deteriorados são acinzentadas ou cor de chumbo e secas.
Cheiro: Suave e agradável pode ter cheiro de barro quando o produto for de água doce. No produto deteriorado o cheiro é forte, desagradável, ácido amoniacal ou pútrido.

Escolha um produto de qualidade, faça uma boa compra e delicie-se com as preparações.

10 de Abril de 2009 às 16:04
Autor Isabel França - Postado em Artigos | 3 Comentários - Comente!

Feliz Páscoa!!

Feliz Páscoa

o Instituto Maurício de Nassau deseaja a todos os leitores e colaboradores uma ótiama Páscoa repleta de amor, fraterniadade e união. Feliz Páscoa a todos!!

9 de Abril de 2009 às 10:49
Autor Isabel França - Postado em Notícias | Sem comentários - Comente!

Bongi tem a cesta básica mais barata

Nesta quinta-feira (09), o Instituto Maurício de Nassau divulgou pesquisa mensal sobre o valor da cesta básica no Recife. De acordo com os números, o custo médio da cesta básica da capital pernambucana, no mês de março, foi de R$ 133,52. Em comparação ao mês anterior, quando o preço da cesta custava R$ 141,32, houve uma redução de 5,52% no preço da cesta e/ou dos produtos pesquisados. Entre os bairros pesquisados, os que apresentaram, respectivamente, o menor e maior custo da cesta básica foram o bairro do Bongi, com valor de R$ 112,94, e o da Boa Vista, ao curso de R$ 166,28, uma diferença de 47,2%.. A pesquisa completa está disponível na seção “Relatórios” deste blog. 

Dos produtos que compõem a cesta básica no Recife, a Tomate foi o item com maior variação de preço, registrando 690,0% de aumento. O produto com menor variação foi a Manteiga, com 166,67%. Em relação ao mês anterior, o Feijão apresentou a maior variação percentual no seu preço médio, com uma variação negativa de 17,8%. O menor foi o Arroz com um índice de variação negativa de 0,4%, indicando que o preço médio do arroz em março teve uma leve redução quando comparado ao mês de fevereiro de 2009.

Porém, para o consumidor conseguir essa economia, ele precisaria visitar, ao menos, 12 estabelecimentos em 10 bairros diferentes. O valor conseguido dessa pesquisa pelos menores valores dos 12 produtos da cesta seria de R$ 82,38. Uma economia de R$ 51,14, que representa uma variação negativa de 38,3%.

METODOLOGIA – A pesquisa foi realizada na cidade do Recife, nos dia 30 e 31 de março. A amostra foi de 110 estabelecimentos pesquisados em 44 bairros. O critério de escolha dos produtos/marca foi o mais barato para cada produto da cesta básica disponível.

9 de Abril de 2009 às 08:44
Autor Adriano Oliveira - Postado em Economia | 9 Comentários - Comente!

Para que serve o Banco do Brasil?

Penso sempre na possibilidade de o Banco do Brasil (BB) ser privatizado. Após a atitude do presidente Lula, descobri que posso defender esta possibilidade. Lula demitiu o presidente do Banco do Brasil, Antônio Francisco Martins. Motivo? O presidente Lula quer que o BB baixe os juros. Ora, juros não são reduzidos por decreto. As condições do mercado fornecem condições ou não para os juros serem reduzidos. O BB é um banco que está no mercado. Portanto, precisa se comportar de acordo com as condições fornecidas pelo mercado. Se for possível reduzir os juros, que sejam. Se não, partindo do princípio de que o BB é um banco do mercado, que não sejam. Neste caso, o governo Lula precisa decidir. O BB deve ser um banco de mercado ou um banco público? Se for de mercado, repito, precisa se comportar de acordo com as condições fornecidas por ele. Caso seja um banco público, ele tem que intervir no mercado. Neste caso, a lucratividade do BB é colocada em risco. Por conseqüência, os acionistas do BB perderão recursos. E, claro, com o passar do tempo, o governo terá que socorrer financeiramente o banco – na época de FHC isto ocorreu. Portanto, o BB poderá se transformar em um esqueleto. Qual é a melhor opção? Acredito que a privatização. A Caixa Econômica Federal e o Banco do Nordeste são as instituições que devem representar no mercado o governo. Já o Banco do Brasil deve perder o seu caráter público e adentrar nas condições de mercado. Mas de que modo? Sendo privatizado.

9 de Abril de 2009 às 08:41
Autor Adriano Oliveira - Postado em Política | Sem comentários - Comente!

Todos brincam

Eduardo Campos brinca com o PT. O PT brinca com Eduardo Campos. Lula brinca com Dilma. E Dilma brinca com Ciro. Ciro não deve ser desprezado, pois tem capital político. Atores políticos que sempre detém mais de 10% dos votos em pesquisas de opinião têm capital político. Jarbas, por exemplo, tem bastante capital político. João Paulo também. Estes atores não podem ser desprezados. É por isto que Eduardo Campos não despreza Ciro. Embora despreze João Paulo. Este, por sua vez, não elogia publicamente Eduardo. Portanto, João Paulo despreza Eduardo. Ciro, por outro lado, despreza Dilma. Desconsidera a força do PT nas regiões metropolitanas. Por conseqüência, Eduardo Campos também despreza o PT. Ciro hoje é um problema para o PT e para Eduardo. Por que Ciro deve ser candidato? Ele reúne condições para tal. Mas se Ciro for candidato, o PT de Pernambuco romperá com Eduardo. Em razão disto, o PT beneficiará Jarbas. Ou convocará João Paulo para ser candidato a governador. Ciro hoje é um ator importante. Assim como os outros já citados. Por isto, o momento não é de brincadeira.

9 de Abril de 2009 às 08:15
Autor Isabel França - Postado em Notícias | Sem comentários - Comente!

Pesquisa revela valor da cesta básica no Recife

O Instituto Maurício de Nassau divulga, hoje (09), pesquisa mensal sobre o valor da cesta básica na cidade do Recife. O estudo, referente ao mês de março, fará um levantamento detalhado dos produtos que compõe a cesta básica no município. A pesquisa indicará a variação de preço de cada item que compõe a cesta, o menor preço de cada de item encontrado nos estabelecimentos pesquisados, a variação percentual entre o custo médio da cesta básica mais barata, além de identificar o bairro com menor custo médio da cesta básica. Para compor os itens da cesta básica, foram escolhidos os seguintes produtos: carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, legumes (tomate), pão francês, café em pó, frutas (banana), açúcar, óleo de soja e manteiga. Foram pesquisados 110 estabelecimentos comerciais de pequeno, médio e grande porte.  A pesquisa será divulgada, às 10h, no seção “Relatórios” deste blog.

8 de Abril de 2009 às 13:39
Autor Inácio Feitosa - Postado em Educação | 3 Comentários - Comente!

A crise atingiu os concursos públicos

É verdade. O corte de 21 bilhões de reais no orçamento público do governo federal atingiu o setor de concursos. Porém, para os 6,5 milhões de candidatos esperados para os concursos (de 2009) isso será positivo. Eles terão mais tempo para estudar.

As opiniões postadas neste blog não refletem necessariamente a posição deste Instituto.

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