Anistia e coerência

O ministro Tarso Genro solicitou a revisão da Lei da Anistia. Para o ministro, tortura é um crime imprescritível. Não sou a favor da revisão da Lei da Anistia. Embora seja contra a tortura. Contudo, a Anistia foi aceita por ambos os lados em conflito. A revista Carta Capital, por duas vezes, informou que o atual Diretor Geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, torturou uma empregada doméstica nas dependências da Polícia Federal de Porto Alegre. De acordo com Carta Capital, a denúncia foi arquivada. Ora, esperei e ainda espero, um pronunciamento do ministro Tarso Genro. É claro que não é apenas o ministro Genro que deve se pronunciar. O próprio Diretor da Polícia Federal, além das ONGs que criticam a tortura, precisam se pronunciar. Os atores que cobram a revisão da Anistia, precisam, neste momento, ser coerentes. A denúncia da Revista Carta Capital requer apuração.



23 Abril 2009 às 20:09
Este comentário é sobre a matéria: O DEBATE CONTINUA: “O DEBATE CONTINUA”, com esta frase o blogueiro abre sua crônica, em seguida demonstra seu desconforto e intolerância com o fato de ousarem criticar sua crônica e afirma: “Os que não desejaram responder, criticaram, acusaram.”. Ora caros amigos onde está o debate? Vivemos num regime democrático, onde diferenças, inclusive ideológicas ou de opinião, devem ser respeitadas. Logo depois tenta justificar o injustificável. Todos entenderam sua colocação em matéria anterior onde culpa os SERVIDORES PÚBLICOS afirmando que estes lucram com a desgraça dos banqueiros, ou seja, quando os últimos acumulam perdas financeiras os servidores públicos agregam riqueza. Esta afirmação não veio de marte, pasmem os senhores. Será que quando o banqueiro Daniel Dantas, preso recentemente em operação da Polícia Federal, perde dinheiro em seus investimentos, os professores da rede pública de ensino, que andam léguas a pés para dar aulas, enriquecem? Estas afirmações não nos autorizam ao DEBATE, não há o que debater com este cidadão, exceto lamentarmos a falta de coerência e ignorância, parafraseando Jesus Cristo: “Perdoia, ele não sabe o que diz”.