Instituto Maurício de Nassau

20 de Dezembro de 2011 às 10:40
Autor admin - Postado em Economia, Pesquisa | Sem comentários - Comente!

Cesta básica do recifense está mais cara

A cesta básica do recifense, no mês de novembro, está R$ 3 reais mais cara em relação ao mês de outubro. A informação está constatada pelo Instituto de Pesquisas da Faculdade Maurício de Nassau (IPFMN). A lista de alimentos apresentou uma alta de 0,72% saltando de R$ 414,21 para R$ 417,21. Foram pesquisados 25 bairros e Beberibe é o que apresenta preços mais baixos enquanto Boa Viagem vem com os preços mais caros da cidade.

O economista do IPFMN, Djalma Guimarães, justifica que a alta dos preços está mais perceptível para os consumidores de baixa renda. “Os itens pesquisados em estabelecimentos menores foram os que tiveram maior aumento”, comenta. Ele justifica que a variação de preços de um bairro para outro é devido ao público alvo de cada estabelecimento comercial. Ele diz ainda que conforto e variedades de mercadorias influenciam no preço.

Dos 20 itens da pesquisa, dez apresentam preços mais baratos em relação a outubro. A lista vem com a batata (29,53%), a banana (15,6%), a macaxeira (14,38%) e o ovo (6,52%). Entre os dez que ficaram mais caros no último mês está a margarina (18,21%), carne de frango (11,28%), tomate (9,04%) e cebola (7,02%).

Os interessados em adquirir a cesta básica ideal, com 20 produtos, no valor de R$ 288,41 teriam que visitar 15 supermercados em 13 bairros do Recife. A diferença seria de 30,87% o que representa R$ 128,80.

24 de Agosto de 2011 às 13:02
Autor talita.vasques - Postado em Economia, Pesquisa | Sem comentários - Comente!

Recifenses não estão dispostos a adquirir mais bens duráveis nos próximos meses

Os moradores da cidade do Recife estão preocupados com a crise econômica internacional e aproveitaram para seguir o conselho da presidente Dilma Rousseff de consumir com parcimônia. O novo cenário econômico mundial, com grandes oscilações na bolsa e aperto no crédito, se traduz na confiança do consumidor recifense, que pretende colocar o pé no freio do consumo. Foi isso que comprovou a Pesquisa Mensal de Expectativa de Consumo, realizada pelo Instituto de Pesquisa da Faculdade Maurício de Nassau, neste mês de junho.

De acordo com os dados, a intenção de compra de bens de consumo duráveis do consumidor recifense voltou a cair após a recuperação registrada em julho. No mês passado, o índice estava em 14,7% contra 13,72% de junho. Este mês, o índice caiu para o seu pior percentual nos últimos dez meses, atingindo o valor de apenas 9,66% de intenção de compras.

A baixa confiança do consumidor recifense que acumula uma queda de 12,3 pontos no ano segundo o ICC-IPMN indica preocupação do consumidor em relação à economia e pode explicar a tendência de queda no consumo de bens de consumo duráveis em agosto. Segundo os entrevistados, 91,8% disseram não ter interesse em adquirir nenhum eletrodoméstico este mês, contra apenas 8,2% que disseram que irão as compras, valor 37,4% menor do que julho passado.

A mesma situação se reflete no interesse em comprar produtos eletrônicos (celular, TV, som). Nesse caso, 87,3% dos consumidores locais disseram que não pretendem adquirir nenhum desses produtos, contra 12,7% que disseram sim às compras, valor 33,5% inferior ao mês passado. O setor de informática é o possui a menor demanda, pois 94% dos entrevistados revelaram que não vão adquirir nenhum bem dessa categoria. Apenas 6% se mostraram interessados em comprar bens de informática, tal segmento apresenta uma retração de 18,3% em comparação a julho.

Segundo Djalma Guimarães, economista responsável pela pesquisa, a inflação possui o efeito imediato na redução do poder de compra dos indivíduos, bem como as políticas de combate a inflação, geralmente tem impacto no encarecimento do crédito, ou seja, maior dificuldade para o consumidor realizar seus desejos de consumo. “na atual conjuntura uma trajetória de crescimento para os próximos meses depende dos desdobramentos da Crise americana e da Zona do Euro e seu impacto na economia brasileira e conseqüentemente no emprego e na renda dos recifenses”, lembra.

Na avaliação do economista, esse dado da pesquisa também pode ser avaliada da seguinte forma: os consumidores podem estar postergando suas compras a espera do décimo terceiro salário e de melhores condições de compra no final de ano; e alguns consumidores podem estar aguardando melhores condições de compras trazidas por uma possível política econômica de combate a crise econômica. Pois caso a política seja semelhante a utilizada na crise econômica de 2008-2009, a redução de impostos e facilidade de crédito, devem tornar o consumo de duráveis mais atraente.

PESQUISA – A pesquisa foi realizada nos dias 04 e 05 de agosto, num universo de 807 moradores do Recife. O número de entrevistas foi estabelecido com base em uma amostragem aleatória simples com um nível estimado de 95% de confiança e uma margem de erro estimada de 3,5%. A amostra foi selecionada a partir de um plano de amostragem estratificada de conglomerados em dois estágios. No primeiro estágio foram sorteados os setores censitários e em seguida é selecionado um número fixo de pessoas segundo cotas amostrais das variáveis sexo e faixa etária.

Dentro dessa amostragem de 807 pessoas, 45,1% foram do sexo masculino e 54,9% do sexo feminino, com faixa etária entre 16 até mais de 60 anos. Desse total, 39,1% tem renda individual até dois salários mínimos. Sendo que 32,5% se declararam funcionários com carteira assinada e 19,2% autônomos, 15,6% empregados sem carteira assinada, e 13,5% aposentados. A pesquisa entrevistou pessoas de todas as classes sociais, sendo que 68,8% se concentram nas classes C e D.

8 de Outubro de 2010 às 14:24
Autor Isabel França - Postado em Pesquisa | Sem comentários - Comente!

Cesta básica regional tem aumento de 3,11%, em setembro

 

Os 20 itens que compõem a cesta básica regional estão com preços mais salgados. É o que aponta pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau no levantamento mensal sobre o valor da cesta regional na cidade do Recife. De acordo com os dados, no mês de setembro, o valor médio dos itens básicos foi de R$ 395,81, o que corresponde a um aumento de 3,11% ou R$ 11,94, quando comparado a agosto, com o valor de R$ 383,87.

 

Para obter o menor custo possível para os 20 produtos da cesta, levando-se em consideração os menores preços disponíveis para cada produto, um recifense precisaria visitar, pelo menos, 13 estabelecimentos em 10 bairros diferentes. O valor obtido seria de R$ 249,18. Uma economia de R$ 146,63 com relação à média, representando uma variação negativa de 37,05%.

No mês de setembro, o produto com maior variação de preço entre os estabelecimentos foi a banana (325%). Já o produto com menor variação foi o óleo (15,89%).

 

Considerando os bairros visitados, a maior quantidade de ocorrência dos preços mais baixos foi em Afogados (macarrão, pão, fubá e ovo) e em Boa Viagem (batata, cebola, banana e óleo). No bairro da Madalena, constatou-se a maior ocorrência dos preços máximos de cada produto.

 

Os estabelecimentos pesquisados foram escolhidos a partir de uma pesquisa realizada pelo IPMN, onde os recifenses citaram o local em que compram mensalmente a maior parte dos seus produtos alimentícios, considerando tanto as grandes redes de supermercado, quanto os “mercadinhos” existentes em diversos bairros. A pesquisa completa está na seção Pesquisas do blog.

21 de Setembro de 2010 às 16:38
Autor Isabel França - Postado em Pesquisa | Sem comentários - Comente!

O método científico do Dataliba

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Por Adriano Oliveira – Cientista Político

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Costumeiramente, às vésperas das eleições em Pernambuco, Liberato Costa Júnior (Dataliba), ex-vereador do Recife, apresenta as suas previsões eleitorais. Nunca me detive, apesar da atenção que a imprensa dispensa ao Dataliba, em verificar se as previsões de Liberato foram falseadas ou comprovadas. Desta vez, anotei as previsões de Liberato e, após a eleição, verificarei se o Dataliba merece credibilidade.

Liberato Costa Júnior faz o que os cientistas políticos que buscam entender o comportamento eleitoral dos brasileiros deveriam fazer sempre. Mas, infelizmente, por diversas razões, nós, estudiosos das eleições, desprezamos o exercício acadêmico de antever resultados eleitorais. Parte da literatura brasileira sobre eleições, ao contrário da americana, opta por analisar as preferências do eleitor após o resultado eleitoral. Reconheço que é difícil prognosticar o futuro.

São diversos acadêmicos americanos que se dedicam a previsão eleitoral. As variáveis “situação econômica do País”, “biografia do candidato” e “aprovação da administração” são utilizadas para a construção das previsões eleitorais. Os pesquisadores americanos procuram verificar a regularidade presente em diversas eleições. É a regularidade da dinâmica eleitoral que possibilita também a construção de prognósticos.

O que me intriga nas previsões de Liberato são os métodos utilizados para a construção da previsão. O Dataliba não apresenta os seus métodos, os quais podem ser científicos ou não. Ele apenas oferece as suas previsões à imprensa. O método é necessário para a ciência, pois ele possibilita que o critério científico esteja presente no desenvolvimento da análise ou da previsão.

Certamente, Liberato utiliza, sem intenção, dos métodos quantitativos e qualitativos. Quanto ao primeiro, o Dataliba deve considerar o número de prefeitos e lideranças que apóiam os competidores. A votação do candidato em eleição anterior e o dispêndio financeiro também devem ser variáveis consideradas por ele.

No âmbito das variáveis qualitativas, Liberato deve considerar o prestígio que o candidato tem junto ao governador ou a uma certa liderança regional. As conversas com os candidatos devem possibilitar a construção das previsões eleitorais de Liberato. Por fim, o “ouvi dizer que fulano tá eleito” deve complementar os prognósticos do Dataliba.

Liberato não presta um desserviço à ciência. Ao contrário, ele mostra que os pesquisadores das eleições precisam construir as suas previsões eleitorais considerando o método científico.

São diversas as variáveis – qualitativa e quantitativa – que possibilitam prognósticos eleitorais. Além disto, regularidades são encontradas em diversas eleições, isto é, o resultado de uma dada eleição é semelhante ao da outra. Portanto, ao identificar regularidades, a previsão pode ser realizada. É claro que os cientistas políticos e Liberato não devem subestimar a probabilidade dos “acasos” eleitorais. Estes são os cisnes negros que às vezes são encontrados numa suposta regularidade.

10 de Setembro de 2010 às 14:55
Autor Isabel França - Postado em Economia, Pesquisa | Sem comentários - Comente!

Cesta básica tem valor médio de R$ 383,87, em agosto

 

O Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau divulgou, nesta sexta-feira (10), levantamento mensal sobre o valor da cesta básica regional na cidade do Recife. De acordo com os dados, o custo médio da cesta de consumo alimentar do Recife, em agosto, foi de R$ 383,87. O menor valor obtido, levando-se em consideração os menores valores de cada produto que compõem a cesta, seria R$ 243,44. Clique aqui para ter acesso à pesquisa completa.

 

Porém, para obter o menor custo possível para os 20 produtos da cesta, o recifense precisaria visitar, pelo menos, 12 estabelecimentos em 9 bairros diferentes. O valor entre o preço médio e o mínimo seria de R$ 140,43, representando uma variação negativa de 36,58%.

No mês de agosto, o produto com maior variação de preço entre os estabelecimentos pesquisados foi a margarina, apresentando uma variação de 390,12%; O produto com menor variação de preço entre os estabelecimentos pesquisados foi o óleo, apresentando uma variação de 25,3%.

 

Em relação ao mês de julho, o produto que apresentou a maior elevação de preço foi a carne de boi, 10,65%; o produto cujo preço apresentou a maior variação negativa (diminuição) foi a cebola, que ficou 55,06% mais barata.

 

Entre os preços mínimos de cada produto, e considerando os bairros visitados, a maior quantidade de ocorrência foi em Afogados, onde a carne de boi, o macarrão, o feijão, o fubá e o inhame puderam ser encontrados pelos valores mais baixos. No bairro do Parnamirim, constatou-se a maior ocorrência dos preços máximos de cada produto.

 

METODOLOGIA - A cesta é composta com itens escolhidos de acordo com pesquisa preliminar realizada pelo Instituto para identificar os produtos alimentícios mais consumidos pela população do Recife. O objetivo é aproximar ainda mais o conjunto dos itens básicos da realidade alimentícia do recifense. Os itens que compõem o conjunto de alimentos básico são: carne de boi, carne de frango, macarrão, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, cebola, banana, pão, leite, café, açúcar, óleo, margarina, fubá, macaxeira, inhame e ovo.

10 de Setembro de 2010 às 09:47
Autor Isabel França - Postado em Pesquisa | Sem comentários - Comente!

Valor da cesta básica é divulgado nesta sexta (10)

 

O Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau divulga, nesta sexta-feira (10), levantamento sobre o valor médio da cesta básica da capital pernambucana, referente ao mês de agosto. A pesquisa será divulgada, às 14h, na seção Pesquisas do Instituto.

 

A cesta é composta com itens escolhidos de acordo com pesquisa preliminar realizada pelo Instituto para identificar os produtos alimentícios mais consumidos pela população do Recife. O objetivo é aproximar ainda mais o conjunto dos itens básicos da realidade alimentícia do recifense.

 

Os itens que compõem o conjunto de alimentos básico são: carne de boi, carne de frango, macarrão, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, cebola, banana, pão, leite, café, açúcar, óleo, margarina, fubá, macaxeira, inhame e ovo.

23 de Agosto de 2010 às 11:45
Autor Isabel França - Postado em Pesquisa | 1 Comentário - Comente!

70,5% dos recifenses se declaram consumidores dos “piratex”

 

O Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau realizou lavantamento sobre o consumo de produtos piratas na cidade do Recife. O Instituto ouviu 816 pessoas da Região Metropolitana do Recife nos dias 27 e 28 de julho. A margem de erro da pesquisa é de 3,5%. Clique aqui pata ter acesso ao relatório completo. 

 

Por Roberto Santos - Cientista social do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau

 

Faz-se necessário esclarecer quanto ao objetivo da pesquisa.  Ela tratou de produtos piratas, ou seja, nos referimos ao desrespeito aos contratos e convenções internacionais onde ocorra cópia, venda ou distribuição de material sem o pagamento dos direitos autorais, de marca e ainda de propriedade intelectual e de indústria. Desta forma, exclui-se o comércio puramente de contrabando. Claro que a pirataria é uma forma de contrabando, mas essa distinção é fundamental.

No geral, 70,5% da população se declara consumidor de produtos piratas. Quando cruzamos esse dado com a faixa etária, notamos uma relação entre juventude e consumo de produtos piratas. Entre 16 e 34 anos, o percentual varia entre 87% e 89%. Já entre os idosos, ficou em 36%. Quando observamos o cruzamento do consumo com classes sociais, notamos um forte percentual concentrado na classe C (80%). Como sozinha a classe C corresponde a 62,8% de população do Recife, ela é a grande impulsionadora da média geral de consumidores de produtos pitaras. Sendo assim, pode-se dizer que o perfil majoritário de consumidor desse seguimento são jovens da classe C.

71,6% dos consumidores de produtos piratas adquiriram a mercadoria a menos de um mês. Esse dado revela que essa é uma modalidade de comércio que está plenamente em funcionamento. DVD e CD são os produtos mais comprados pelos consumidores de pirataria, 89% e 84%, respectivamente. E também estes são os produtos mais citados para compras futuras.

Os principais pontos de compra ficam no centro do Recife, apontado por 34,8% dos consumidores. O preço é a principal razão para o consumo de produtos piratas para a maioria dos consumidores, 46,6%. O pagamento é sempre feito em dinheiro ou “fiado” (crédito informal). Característica comum no comércio informal. Apenas 28,8% da população afirmam saber a origem dos produtos piratas. Paraguai (51,3%) e China (25%) foram os locais mais citados de onde se originam os produtos piratas.

Os recifenses mostraram relativo conhecimento dos problemas gerados pelo consumo de produtos piratas. Em questão “aberta” (na qual se responde de maneira espontânea), 14,1% citaram sonegação, para 7,5% pirataria gera desemprego formal, e para 7,1% ela gera prejuízos para profissionais [que são pirateados]. Entretanto 49,6% não souberam responder quais problemas são gerados pelos produtos piratas. Todavia, 93,6% da população tem consciência que vender produtos piratas é crime, e 73,7% sabem que comprar também é crime.

Leia este post na íntegra »

10 de Agosto de 2010 às 12:19
Autor Isabel França - Postado em Pesquisa | Sem comentários - Comente!

Cesta básica regional custa R$ 406,56, em julho

 

O Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau divulga levantamento mensal sobre o valor da cesta básica regional na cidade do Recife. A pesquisa visitou 39 estabelecimentos, entre pequenos e grandes supermercados, em 25 bairros da Regição Matropolitana do Recife. De acordo com os dados da pesquisa, em julho, o custo médio do conjunto de alimentos básicos foi de R$ 406,56. Em relação ao mês anterior, o valor médio da cesta apresentou uma variação negativa de 3,16%, uma redução de R$ 13,25.

 

Para obter o menor custo possível para os 20 produtos da cesta regional, levando-se em consideração os menores preços disponíveis, um recifense precisaria visitar 17 estabelecimentos em 14 bairros diferentes. O valor obtido seria de R$ 255,73. Uma economia de R$ 150,83 com relação à média, representando uma variação negativa de 37,10%.

 

No mês de julho, o produto com maior variação de preço entre os estabelecimentos pesquisados foi o tomate, apresentando uma variação de 265,31%. Já o leite teve a menor variaçãoa entre os estabelecimentos (28,35%).

 

No bairro de San Martin foram encontrados o maior número de itens com o menor preço de cada produto (carne de boi, banana e macaxeira). No bairro da Madalena, constatou-se a maior ocorrência dos preços máximos de cada produto.

 

A cesta é composta com itens escolhidos de acordo com pesquisa preliminar realizada pelo Instituto para identificar os produtos alimentícios mais consumidos pela população do Recife. O objetivo é aproximar ainda mais o conjunto dos itens básicos da realidade alimentícia do recifense. Os itens que compõem o conjunto de alimentos básico são: carne de boi, carne de frango, macarrão, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, cebola, banana, pão, leite, café, açúcar, óleo, margarina, fubá, macaxeira, inhame e ovo. Clique aqui pata ter acesso ao relatório completo.

27 de Julho de 2010 às 11:48
Autor Isabel França - Postado em Eleições 2010, Pesquisa | 1 Comentário - Comente!

João da Costa aparece em penúltimo lugar e Eduardo Campos em 1° em pesquisa do Datafolha

 

Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira (27) mostrou como a população avalia os prefeitos e governadres de sete capitais brasileiras (Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Porto Alegre e Curitibae o Distrito Federal). Os levantamentos foram encomendados pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”. João da Costa (PT) ficou em sexta posição com desempenho aprovado por 30% dos eleitores da cidade. A avaliação regular é de 37%, e outros 31% classificam a gestão como ruim ou péssima. A nota média do governo é 5,3. A taxa de aprovação do prefeito se manteve estável em relação a levantamentos anteriores, de março e dezembro de 2009. A margem de erro máxima da pesquisa, que ouviu 415 eleitores, é de cinco pontos percentuais. Quanto ao cargo de governador, Eduardo Campos (PSB) aparece como o governador mais bem avaliado entre os oito que tiveram sua atuação medida pelo Datafolha na semana passada. Campos recebeu dos pernambucanos nota média de 7,7. Ele também tem a maior taxa de aprovação: 62% consideram seu governo ótimo ou bom, e 7% o classificam como ruim ou péssimo.

27 de Julho de 2010 às 09:45
Autor Isabel França - Postado em Eleições 2010, Pesquisa | Sem comentários - Comente!

Eduardo e Dilma abençoados por Lula

 

A última pesquisa Datafolha de intenção de voto para o governo de Pernambuco mostra que o atual governador do Estado, Eduardo Campos (PSB), é preferido entre o eleitorado feminino, com 61% das intenções nesse segmento. Entre os jovens de 25 a 34 anos, 60% afirmaram votar no candidato, mesmo índice entre os mais velhos. Quanto à escolaridade, a preferência pelo candidato do PSB aumenta quanto maior o nível educacional: entre aqueles com ensino fundamental, 54% afirmaram votar no candidato, entre aqueles com nível médio, o índice sobe para 63% e entre os mais escolarizados chega a 69% das preferências.

 

Quanto aos dados de intenção de voto, 59% dos eleitores votariam no candidato à reeleição Eduardo Campos, e 29% votariam no seu opositor, o candidato Jarbas Vasconcelos (PMDB). Jarbas obtêm seus melhores índices entre o eleitorado de 35 a 44 anos e entre aqueles de 45 a 59 anos, 33% e 28%, respectivamente. Quanto à escolaridade, a preferência por Jarbas diminui conforme aumenta a escolaridade: ensino fundamental (30%), e ensino superior (25%). Essa correlação não se verifica quanto à renda familiar média: entre aqueles que alegam ganhar até dois salários mínimos, 30% afirmaram preferir Jarbas, entre aqueles que ganham de cinco a dez salários mínimos, 24% e entre aqueles que ganham mais de 10 salários mínimos, 36% afirmaram escolher o peemedebista.

 

Quanto ao índice de rejeição, Jarbas Vasconcelos é rejeitado por 34% dos entrevistados. Edilson Silva, do PSOL, é rejeitado por 30%, seguido de Sérgio Xavier, do PV, com 29%, Jair Pedro, do PSTU, com 27%, Roberto Numeriano, do PCB, e Anselmo Campelo, do PRTB, ambos com 26% e, por último, o Governador Eduardo Campos, com 15% de rejeição.

 

No interior, Eduardo Campos amplia a vantagem sobre Jarbas: ali, 60% dos eleitores votariam no candidato do PSB e 26% no candidato do PMDB. Entre os eleitores da região metropolitana, 57% afirmaram votar em Campos e 31% em Jarbas. Já na capital os índices são 54% e 34%, respectivamente. Porém, vale salientar que cada município tem sua realidade. A maioria no interior vai dar mais condições para eleger o governador, entretanto é claramente possível alguém perder no “interior” e se eleger governador, desde que tenha expressiva maioria na Região Metropolitana, região fundamental da disputa, pois concentra 43,1% do eleitorado e é onde se localiza a massa formadora de opinião do Estado.

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