Instituto Maurício de Nassau

14 de Julho de 2010 às 14:10
Autor Isabel França - Postado em Pesquisa | Sem comentários - Comente!

Confira os dados nova pesquisa eleitoral

Esta segunda rodada de pesquisa do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) revela que os percentuais de intenção de votos de Eduardo Campos e Jarbas Vasconcelos variaram dentro da margem de erro, quando consideramos a pesquisa realizada no mês de maio. Em maio, Eduardo Campos obteve 51,1% de intenção de votos e o candidato Jarbas Vasconcelos, 27,9%. Desta vez, Jarbas obteve 25,9% de intenção de votos e Eduardo Campos, 47,8%. Ressaltamos que Eduardo Campos tem hoje 56,2% dos votos válidos. E Jarbas Vasconcelos, 30,5%.

Não se deve desprezar, entretanto, o fato de que o percentual de votos de eleitores indecisos cresceu, em relação à pesquisa anterior. Em maio, 10,3% dos eleitores estavam indecisos. Nesta pesquisa, 15% dos eleitores declararam-se indecisos. Portanto, deve-se considerar que 4,7% dos eleitores se transformaram em eleitores indecisos. Desta forma, a variação descendente de ambos os candidatos pode ter como causa tal mudança – migração de eleitores de Eduardo ou Jarbas para indecisos.

Ressaltamos que as circunstâncias sociais não foram propícias ao governador Eduardo Campos, nesses últimos meses. A intensidade das chuvas e as suas consequências negativas, como alagamentos e enchentes, podem ter proporcionado uma variação na intenção de voto e a redução da aprovação da sua administração. No mês de maio, 64,2% dos eleitores consideravam como boa/ótima a administração do atual governador. Nesta pesquisa, 61,9% afirmam que a gestão de Eduardo é boa/ótima. Na região da Zona da Mata – área castigada pelas chuvas –, Eduardo Campos obteve, na pesquisa realizada em maio, 59% de intenção de votos. Desta vez, Campos alcançou 44%.

Continuamos a considerar que, neste instante, o governador Eduardo Campos é favorito a vencer a eleição de outubro. Afirmamos isto em razão de que: 1) 63,9% dos eleitores pretendem votar em um candidato apoiado pelo presidente Lula; 2) 61,9% aprovam a sua gestão; 3) Campos mantém considerável distância do seu principal oponente, Jarbas Vasconcelos; 4) As circunstâncias políticas e econômicas – candidatura à presidência da República de Dilma Rousseff (PT) e a satisfação do eleitor com a economia – beneficiam a reeleição do governador.

No entanto, não é possível afirmar neste momento que o candidato Jarbas Vasconcelos não tem condições de vencer o pleito eleitoral. A boa imagem do candidato e as benfeitorias realizadas por ele durante sua administração à frente do governo do Estado - motivos mostrados na pesquisa anterior (mês de maio) - ainda lhe favorecem e serão, certamente, exploradas na campanha eleitoral.

Frisamos que o guia eleitoral é ferramenta necessária para o sucesso dos competidores.

Em relação ao Senado, consideramos que a eleição está indefinida, visto que 29% e 33% dos eleitores ainda continuam indecisos sobre em quem votar para a 1ª e para 2ª vaga, respectivamente. Portanto, existe um mercado de votos a ser conquistado por todos os competidores. No entanto, acreditamos que os candidatos ao governo do Estado influenciarão o eleitor na escolha para o Senado. Porém, a presença de Raul Jungmann na chapa de oposição pode possibilitar a personalização da disputa e, com isto, a força eleitoral dos candidatos ao governo perante a eleição do Senado ser enfraquecida.

 

Clique aqui para ter acesso aos dados completos.

14 de Julho de 2010 às 08:56
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2° rodada da pesquisa eleitoral do IPMN sai nesta quarta (14)

 

Logo mais, o Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) divulga a 2° rodada de pesquisas de intenção de voto para os cargos de governador do estado de Pernambuco, senador e presidente da República. Os dados serão divulgados na seção Pesquisas do  Blog , às 14h.

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Além dos dados de intenção de voto, também serão construídos cenários eleitorais com os candidatos. A pesquisa foi realizada em todo o estado de Pernambuco, nos dias 7 e 8 de julho. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,5% para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número 29753/2010, e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o registro de n° 18540/2010. A primeira rodada do levantamento foi realizada no mês de maio.

7 de Julho de 2010 às 12:22
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Valor da cesta básica, em junho, é de R$ 419,81

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O Instituto Maurício de Nassau divulgou, nesta quarta-feira (07), pesquisa sobre o valor da cesta básica na capital pernambucana, referente ao mês de junho. De acordo com os dados, o valor médio da cesta, em junho, foi de R$ 419,81. Em relação ao mês de maio, quando o valor médio da cesta foi de R$ 424,78, apresentou uma redução de 1,17%.
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O menor custo possível para os 20 produtos da cesta básica do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau, considerando os menores preços disponíveis, é de R$ 270,47, o que representa uma variação negativa de 35,57% em relação à média. Porém, para que o consumidor chegue a esse valor, ele teria que visitar, pelo menos, 12 estabelecimentos em 9 bairros diferentes.
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No mês de junho, o produto com maior variação de preço entre os estabelecimentos foi o inhame, com uma cariação de 300,72%. O de menor variação entre os estabelecimentos pesquisados foi o óleo de cozinha, com 26,20%.
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METODOLOGIA - A cesta é composta por itens escolhidos de acordo com pesquisa preliminar realizada pelo Instituto para identificar os produtos alimentícios mais consumidos pela população do Recife. O objetivo é aproximar ainda mais o conjunto dos itens básicos da realidade alimentícia do recifense. Logo abaixo está a tabela com os itens e as variçãoes. A pesquisa completa está na seção Pesquisas do Blog.
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7 de Julho de 2010 às 10:05
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Valor da cesta básica regional é divulgado hoje (07)

 

O Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau divulga, hoje (07), levantamento sobre o valor médio da cesta básica da capital pernambucana, referente ao mês de junho. A pesquisa será divulgada logo mais, às 12h, aqui no blog.

A cesta é composta por itens escolhidos de acordo com pesquisa preliminar realizada pelo Instituto para identificar os produtos alimentícios mais consumidos pela população do Recife. O objetivo é aproximar ainda mais o conjunto dos itens básicos da realidade alimentícia do recifense.

Os itens que compõem o conjunto de alimentos básicos são: carne de boi, carne de frango, macarrão, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, cebola, banana, pão, leite, café, açúcar, óleo, margarina, fubá, macaxeira, inhame e ovo.

10 de Junho de 2010 às 16:32
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Cesta básica do recifense tem preço médio de R$ 424,78

O Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau acaba de divulgar pesquisa que aponta o valor médio da cesta básica do recifense. Diferentemente dos componentes encontrados na cesta básica do Dieese, o Instituto Maurício de Nassau realizou pesquisa preliminar para saber quais os produtos alimentícios mais consumidos pela população, com o objetivo de aproximar ainda mais o conjunto dos itens básicos da realidade alimentícia do recifense.

 

De acordo com os dados da pesquisa, o custo médio da cesta no mês de maio foi de R$ 424,78. O menor custo encontrado dos 20 itens da cesta básica do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau foi de R$ 260,00. Porém, esse valor é alcançado se o consumidor pesquisar em 14 estabelecimentos em 13 bairros diferentes.

 

Com relação a variação dos produtos, o que obteve a maior variação no mês de maio foi a cebola, com 353,25%. A menor variação ficou com o óleo de cozinha, com 36,53%.

 

A cesta do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau é composta pelos seguintes itens: carne de boi, carne de frango, macarrão, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, cebola, banana, pão, leite, café, açúcar, óleo, margarina, fubá, macaxeira, inhame e ovo. A pesquisa completa está na seção Pesquisas do Blog.

7 de Junho de 2010 às 09:49
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Intenção de Votos p/ Presidente 2010: Patamares e Tendências


Por Maurício Costa Romão - Economista

 

A literatura especializada recomenda que comparações entre resultados de pesquisas de intenção de votos só devem ser feitas entre levantamentos oriundos de mesma fonte.

Com efeito, para que comparações façam algum sentido, é necessário inicialmente observar as características das pesquisas (características estas que nem sempre são disponibilizadas ao público).

Se as pesquisas têm o mesmo desenho de concepção (tamanho da amostra, margem de erro, intervalo de confiança, modelo de questionário, procedimento de campo, etc.), então elas são estritamente comparáveis.

Quer dizer, as eventuais variações havidas nas intenções de voto dos candidatos, de uma pesquisa para outra, podem ter sido, de fato, derivadas de mudanças nas preferências da população, e não resultantes de modificações de metodologia ou de coleta de informações.

Depreende-se daí que institutos diferentes, com seus procedimentos amostrais e de campo distintos, nunca trabalham com o mesmo desenho de pesquisa. Requer-se, portanto, cuidado com o tipo de comparação que se faz entre resultados, contemporâneos ou não, de levantamentos de um instituto qualquer, Ibope ou Ipespe, por exemplo, com quaisquer outras entidades de pesquisa como o Vox Populi ou a Método.

Em se tratando desses surveys de fontes distintas, deve-se, particularmente, evitar cometer o mais comum e grave dos erros: dizer, sem nenhuma qualificação metodológica: “candidato tal subiu tantos pontos no levantamento do Sensus em relação ao Datafolha”, por exemplo. O erro reside no fato de que se está extraindo associações entre resultados de duas grandezas que são entre si não comparáveis, estatisticamente.

Mesmo entre pesquisas realizadas por um mesmo instituto, em que há relativa preservação das mesmas características de concepção amostral nos levantamentos sucessivos, há que se ter a devida atenção ao interpretar os resultados.

Ainda assim, com o devido cuidado interpretativo, é admissível usar-se uma seqüência de levantamentos originários de institutos diversos com o fito de detectar tendências.  Uma maneira interessante de fazê-lo é avaliar performance de candidatos, em termos de intenção de voto, ao longo do tempo, observando os patamares dentro dos quais as candidaturas estão evoluindo.

O Gráfico que acompanha o texto mostra uma sequência de 19 levantamentos dos institutos Sensus, Vox Populi, Datafolha e Ibope.

Observa-se nitidamente que Marina Silva, do PV, circunscreveu-se ao patamar de 5 a 10% de intenções de voto desde o início da série, o que sinaliza para permanência futura nessa faixa, ou no seu entorno, ceteris paribus.

O pré-candidato José Serra tem permanecido dentro do patamar de 30 a 40%, mas com uma impressionante constância na circunvizinhança dos 35%. Mesmo depois do lançamento da pré-candidatura, no dia 10 de abril, não se vislumbra uma tendência clara de rompimento desse limite.

Já Dilma Rousseff, do PT, vem transpondo patamares em ascensão positiva, encostando e, eventualmente, ultrapassando o então líder das pesquisas, José Serra. Entretanto, os últimos quatro levantamentos de maio/junho (Vox Populi, Sensus, Datafolha e Ibope, nesta ordem) sinalizam para uma interrupção na trajetória ascendente.

A eleição esta polarizada entre os pré-candidatos Serra e Dilma. Ambos parecem ter dificuldades, nesse momento, de evoluir além dos números atuais (na faixa de 37%). Após as Convenções e com o início dos programas televisivos o quadro tende a se modificar. Por enquanto é empate técnico e numérico!

 

21 de Maio de 2010 às 14:20
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Confira a pesquisa completa

A pesquisa foi realizada em todo o Estado de Pernambuco e a amostra é de 2.500 questionários. A margem de erro é de 2,0 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é 95%. As entrevistas foram realizadas nos dias 17 e 18 de maio. O registro da pesquisa junto ao TSE é o de número 11639/2010 e no TRE sob o número 21026/2010. Confira os dados completos aqui.

21 de Maio de 2010 às 12:45
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Eduardo na frente de Jarbas

O governador Eduardo Campos tem hoje larga vantagem sobre o seu principal concorrente, o senador Jarbas Vasconcelos – Eduardo Campos tem 51% de intenção de votos versus Jarbas Vasconcelos com 28% de intenção de votos. A variável “Boa administração” explica, parcialmente, a posição do atual governador na pesquisa. Salientamos, contudo, que ainda não temos condições de predizer quem vencerá a disputa para o Governo do Estado.

Daqui a pouco os dados completos serão divulgados.

20 de Maio de 2010 às 17:15
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Instituto divulga 1° rodada de pesquisas eleitorais, nesta sexta (21)

 

Em quem você pretende votar para governador do Estado, senador e presidente da República? Como você avalia a administração do presidente Lula e do governador Eduardo Campos? Quem fez mais por Pernambuco: Jarbas Vasconcelos ou Eduardo Campos? Você votaria em um candidato apoiado pelo presidente Lula? O eleitor pernambucano vende o seu voto? Essas serão algumas perguntas que serão respondidas amanhã (21), em pesquisa de intenção de voto realizada pelo Instituto Maurício de Nassau. O levantamento será divulgado, às 14h,  aqui no blog.

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A pesquisa é referente a 1° rodada de uma série de levantamentos de intenção de voto que serão realizados pelo Instituto e tem como objetivo construir cenários, além mostrar a intenção de voto nas eleições deste ano. A pesquisa foi realizada em todo o Estado de Pernambuco e a amostra é de 2.445 questionários. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é 95%. As entrevistas foram realizadas nos dias 17 e 18 de maio. O registro da pesquisa junto ao TSE é o de número 11639/2010 e no TER sob o número 21026/2010.

19 de Abril de 2010 às 18:03
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Um raio x da sáude dos recifenses

 

O Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau traçou o perfil da saúde do recifense em pesquisa intitulada: ”A saúde do recifense: hábitos e escolhas saudáveis”.  O levantamento entrevistou 818 pessoas nos dias 09 e 10 de março. A margem de erro é de 3,5%. A seguir, uma análise sobre o levantamento que está disponível por completo na sessão Pesquisas.

 

A pesquisa revela que 39% dos entrevistados estão com sobrepeso. 41,2% das mulheres e 46,1% dos casados declaram estar acima do peso. 60% dos jovens (16 a 24 anos) e 52,2% dos solteiros afirmam ter peso adequado. Estes resultados mostram que solteiros e jovens tendem a procurar manter o peso adequado.

O recifense não frequenta o médico regularmente – 55,4% afirmam que só vão ao médico quando necessário. No entanto, ressaltamos que os entrevistados procuram o médico, pois apenas 9,4% declaram nunca ir ao médico. Destacamos que a rede pública de saúde é utilizada por 62,1% dos entrevistados. E que 31,1% tem plano de saúde. Estes percentuais revelam que: A) a rede pública de saúde tem alta demanda; 2) o plano de saúde é um produto utilizado por expressiva parte da população, considerando que 59,9% dos entrevistados são da classe C. Frisamos que 42,9% dos entrevistados fazem exames regularmente. 68,8% dos entrevistados já se automedicaram.

A maioria dos recifenses faz as três refeições regularmente – 78,1% tomam café da manhã no horário; 88,6% almoçam todos os dias; e 90,8% jantam todos os dias. Contudo, observem que 14% dos entrevistados declaram tomar café esporadicamente. Registramos, ainda, que 49,3% dos entrevistados fazem as refeições no horário adequado.

Frutas e verduras são consumidas por 49,3% e 65,5% dos entrevistados, respectivamente. Frutas e verduras não são estranhas ao hábito alimentar de boa parte do recifense. Neste sentido, sugere-se que número significativo de pessoas tem hábitos alimentares e, por consequência, de vida saudáveis.

Contudo, ressaltamos que: 63,8% dos entrevistados não praticam nenhuma atividade física. Dentre aqueles que praticam atividade física regularmente (28,6%), 27,8% fazem caminhada e 23,1% musculação. Salienta-se ainda, que 49% consomem bebidas alcoólicas. Por outro lado, 80,4% declaram não fumar. Então, diante destes resultados, indaga-se: o recifense tem hábitos saudáveis?

Considerando o universo dos que consomem bebidas alcoólicas (49%), 80,7% consomem cerveja. 12% dos entrevistados declaram consumir drogas. Neste universo, verifica-se que 72,4% já fizeram ou fazem uso da maconha, 11,2%, da cocaína; e 3,1%, do crack.

Destaca-se que 40,7% dos entrevistados declaram não utilizar camisinha nas relações sexuais. Os solteiros são os que mais usam camisinha, 46,3%; contra 22% dos casados. Frisa-se, ainda, que 37,1% dos homens não usam camisinha. E 43,7% das mulheres também não usam. Portanto, os homens são mais precavidos do que as mulheres na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

As opiniões postadas neste blog não refletem necessariamente a posição deste Instituto.

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