Instituto Maurício de Nassau

21 de Dezembro de 2009 às 16:56
Autor Isabel França - Postado em Pesquisa | Sem comentários - Comente!

Pesquisa avalia expectativa dos pernambucanos para a estreia do filme de Lula

 

Nesta segunda-feira (21), o instituto da pesquisa da Faculdade Maurício de Nassau divulgou pesquisa para saber quais as expectativas dos pernambucanos para a estreia do filme “Lula, o filho do Brasil”, marcada para o dia 1° de janeiro de 2010 em todo o Estado. De acordo com os dados, 82% dos pernambucanos pretendem estar nas salas dos cinemas para assistir o longa-metragem. Desse percentual, 76% estão concentrados na Cidade do Recife; 79% na Região Metropolitana do Recife; 87% são da Zona da Mata; 84% do Agreste; 83% do Sertão e 97% do Sertão do São Francisco. Clique aqui para ter acesso ao relatório completo.

 

METODOLOGIA - As entrevistas foram realizadas no período de 23 a 25 de novembro de 2009. Foram entrevistados 2.418 pernambucanos e a margem de erro é de 2,3% para mais ou para menos.

16 de Dezembro de 2009 às 12:14
Autor Isabel França - Postado em Pesquisa | 4 Comentários - Comente!

Pesquisa revela que rubro-negros são maioria, mas os tricolores são os mais apaixonados

Apesar da torcida do Sport Clube do Recife representar a maioria dos torcedores pernambucanos, são os tricolores quem vão mais aos estádios e quem mais acompanham o Campeonato Pernambucano. Essa foi a constatação do Instituto Maurício de Nassau em nova pesquisa realizada nos dias 23 a 25 de novembro em todo o Estado e divulgada nesta quarta-feira (16). De acordo com a distribuição dos torcedores nos três maiores times de Pernambuco, o Sport continua na liderança com 26,4% da preferência, seguido do Santa Cruz (15,6%) e do Náutico (9,4%).

A pesquisa revela que o Campeonato Pernambucano não atrai a atenção dos torcedores do Estado, ou seja, 25,4% dos entrevistados afirmaram que sempre acompanham a competição, 46,0% disseram não acompanhar os jogos e 24,7% acompanham de vez em quando. 

Caso o Campeonato Pernambucano 2010 tenha acirrada disputa pelo título, 50,1% dos entrevistados disseram que acompanharão de alguma forma os jogos. Desse universo, 93,5% obtêm informações dos seus clubes através da internet, 53,7% vão aos estádios e 48% utilizam o rádio para acompanhar as notícias dos seus times. Apenas 23,4% afirmam que acompanham o Campeonato Pernambucano pela TV. 

Dos 25,4% que afirmaram que sempre acompanham o Campeonato Pernambucano, quase a metade dos entrevistados (47,5%) vai aos estádios acompanhar seus times. No universo dos que declaram que às vezes acompanham o certame futebolístico, apenas 8,3% declararam que o acompanha indo aos estádios. 

Com relação aos três maiores times de Pernambuco, os torcedores do Santa Cruz são os que mais acompanham o desempenho do time no Campeonato Pernambucano de futebol (48%).  Em seguida aparecem os rubro-negros (41%) e os alvirrubros (33%). Nesse sentido, a pesquisa afirma que, apesar do Sport continuar tendo a maior torcida de Pernambuco, assim como demonstrou pesquisa anterior do Instituto Maurício de Nassau, são os tricolores quem mais freqüentam os estádios. Quanto ao percentual de torcedores que vão aos estádios de futebol, a pesquisa revela que 39% são torcedores do Santa Cruz, 32% são rubro-negros e 27% são alvirrubros. 

METODOLOGIA - As entrevistas foram realizadas no período de 23 a 25 de novembro de 2009 em todo o estado de Pernambuco.O tamanho da amostra foi de 2418 entrevistas e a margem de erro estimada de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa completa está na seção Pesquisas.
 

15 de Dezembro de 2009 às 16:19
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Pernambucanos priorizam pagamento de dívidas em 2010

 

Após as compras e festas de fim de ano, é hora de planejar os gastos que chegam junto com 2010. Diante de tantos compromissos a serem honrados a palavra de ordem é planejamento. Nesse sentido, o Instituto Maurício de Nassau realizou pesquisa em todo o estado de Pernambuco para saber como o pernambucano pretender investir seu dinheiro no primeiro semestre de 2010. A pesquisa completa está seção Pesquisas.

 

De acordo com a pesquisa, 46,4%, dos pernambucanos afirmaram possuir dívidas, sendo 60,2% provenientes dos cartões de crédito. Considerando a parcela devedora dos entrevistados, 36% afirmam que suas dívidas consomem a renda total. Outros 23,5% afirmaram que as dívidas representam metade da renda total. Por conta desse cenário, 60,6% dos entrevistados priorizarão o pagamento de dívidas no próximo semestre (e não a compra de bens), o que constata que ocorrerá reduzido consumo no primeiro semestre de 2010.

 

Quanto ao nível de empregabilidade, 12,95% dos pernambucanos encontram-se desempregados. O percentual de trabalhadores informais no Estado é de 17,41%. A pesquisa mostra também que 23,53% dos entrevistados estão empregados com carteira assinada.

 

Na expectativa de compras para o primeiro semestre de 2010, 22,2%. dos entrevistados pretendem comprar eletrodomésticos no próximo semestre, fato também observado para a compra de eletroeletrônicos e produtos de informática – 25,2% e 18,2%, respectivamente. O percentual de pernambucanos que pretende comprar produtos de lazer/cultura é ainda mais baixo: 8,5%.

 

A compra parcelada ainda é considerada a melhor opção para os pernambucanos, representada na pesquisa por 26,2% dos entrevistados. 17,5% afirmaram que desejam comprar à vista. A facilidade de crédito e os programas que facilitam a compra da casa própria são fatores que estimulam 20,2% dos pernambucanos a adquirir um imóvel no próximo semestre. Considerando esse universo, 38,8% querem comprar utilizando o financiamento da Caixa Econômica Federal, o que ressalta a importância do financiamento público para a compra de imóvel.

 

Dos 79,4% dos pernambucanos que não possuem carro próprio, 78,4% afirmaram não pretender adquirir esse tipo de bem enquanto que 15,1% pretendem. No universo dos que pretendem comprar um carro, 64,6% pretendem fazer de forma financiada, o que mostra a importância da oferta de crédito e de juros baixos. 75% dos indivíduos da classe A e 43% da classe B possuem carro próprio quitado. Por outro lado, 88% dos indivíduos da classe C não possuem carro próprio.

 

METODOLOGIA - As entrevistas foram realizadas em todo o estado de Pernambuco no período de 23 a 25 de novembro de 2009. O tamanho da amostra foi de 2418 entrevistas e a margem de erro é de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos.

9 de Dezembro de 2009 às 16:04
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Pernambucanos aprovam realização Copa do Mundo e das Olimpíadas no Brasil, revela pesquisa

 

Nesta quarta-feira (09), o Instituto Maurício de Nassau divulgou pesquisa sobre a percepção dos pernambucanos sobre a realização da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016 no Brasil. A pesquisa mostrou que 88% da população pernambucana apoia a realização da Copa do Mundo e 83% são favoráveis a realização das Olimpíadas no Brasil.

Quanto à responsabilidade de injetar recursos para a realização dos eventos, 40,5% defenderam que os estádios de futebol para a Copa sejam construídos apenas com recursos privados. 20,1% dos entrevistados são favoráveis à construção de estádios exclusivamente com dinheiro público e 26,1% aceitam que os investimentos tenham recursos mistos, ou seja, com dinheiro de instituições públicas e privadas.

O eleitor pernambucano acredita que a Copa do Mundo trará, respectivamente, para o Brasil: turistas (91%), empregos (83%), investimento em segurança pública (78%) e investimentos em infra-estrutura (76%), investimentos em educação (51%) e em saúde (48%). O levantamento completo está na seção Pesquisas.

METODOLOGIA – As entrevistas foram realizadas no período de 23 a 25 de novembro de 2009. O tamanho da amostra foi de 2418 entrevistas e a margem de erro estimada de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos.

27 de Novembro de 2009 às 10:53
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Contra fatos não há argumentos

 

O Instituto Maurício de Nassau mais uma vez comprova os resultados obtidos no pleito da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Pernambuco, ocorrido nesta quinta-feira (26). Desde a divulgação do primeiro levantamento, realizado em maio deste ano, o Instituto Maurício de Nassau já apontava uma boa avaliação e uma possível vitória do candidato da situação, Henrique Mariano. Na medida em que as eleições ficaram mais próximas e as pesquisas apontavam um cenário mais “real” do pleito, vieram as criticas e questionamentos sobre os dados. Apesar das críticas, acertamos novamente. E é com esse resultado que o Instituto Maurício de Nassau legitima sua seriedade, independência e compromisso com a verdade.

9 de Novembro de 2009 às 18:03
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Transporte público na berlinda

 

Falta de ônibus e segurança pública, intervalo demorado, veículos lotados. Esses são os principais problemas que envolve o sistema de transporte público na cidade do Recife. A mais recente pesquisa realizada pelo Instituto Maurício de Nassau sobre o assunto mostra que o caos no transporte público na capital pernambucana é fruto de falta de planejamento e gestão. Vejam a pesquisa completa na seção Pesquisas. 

 

1. A pesquisa entrevistou pessoas que costumeiramente utilizam ônibus como transporte público. Optamos por aplicar os questionários nos seguintes períodos: 07 as 10 horas da manhã. E 16 as 19 horas (tarde e noite). Os questionários foram aplicados, em período de pico, em 12 corredores do Recife – Avenida Conde da Boa Vista, Avenida Agamenon Magalhães, Avenida Mascarenhas de Moraes, Avenida Norte, Avenida Recife, Avenida Conselheiro Aguiar, Avenida Domingos Ferreira, Avenida Beberibe, Avenida Caxangá, Avenida Rosa e Silva, Avenida João de Barros e Avenida 17 de Agosto.

2. A pesquisa revela que na classe C está presente o maior número de usuários de ônibus – 56,0%. Em seguida, encontramos usuários pertencentes à classe B – 33,8%. Destacamos que 45,4% dos usuários declararam estar empregado com carteira assinada e que 30,2% usam o ônibus para ir ao trabalho/estágio.

3. Para 39,5% dos inquiridos, o ônibus que utilizam está sempre lotado. E 27,8% afirmam que ele está muito lotado. Portanto, 67,3% dos indivíduos que usam costumeiramente o ônibus, afirmam que ele está sempre lotado ou muito lotado. Deste modo, indagamos: o ônibus, como transporte público, oferece conforto ao usuário? Para 36% dos usuários, o conforto do ônibus é ruim/péssimo. Este mesmo percentual de indivíduos classifica com regular.

4. O comportamento do motorista do ônibus e do cobrador junto ao usuário é avaliado por 59% e 54%, respectivamente, como bom/ótimo. Por outro lado, o intervalo dos ônibus, no caso, a passagem pela parada, é considerado como ruim/péssimo por 54% dos usuários. 82% classificam como ruim/péssimo a segurança na parada de ônibus. E 65% a segurança nos ônibus.

5. Constatamos, portanto, que intervalo dos ônibus e segurança na parada e nos ônibus são os principais problemas para o usuário de ônibus. Destacamos, ainda, que 73,4% dos usuários conhecem alguém que já fora assaltado numa parada de ônibus.

6. Quando os entrevistados não são estimulados a avaliar os problemas do transporte público do Recife, eles apontam a pouca opção/falta de ônibus (20,8%), falta de segurança (17%), intervalo demorado (16,3%) e ônibus lotado (11,3%) como os principais problemas. Vejam que estes são os mesmos apontados pelos entrevistados quando eles são estimulados, com exceção do item pouca opção. Frisamos que este problema não estava presente na lista apresentada ao entrevistado.

7. O preço da passagem de ônibus é outro problema do transporte público do Recife, pois 76,2% dos usuários a consideram cara ou muito cara.

8. De modo geral, 45% dos usuários de ônibus classificam a qualidade do transporte público do Recife como regular. E 40,4% como ruim ou péssimo. E 14,7% qualificam de ótimo ou bom.

28 de Outubro de 2009 às 13:51
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A arte de espremer dos dados verdades convenientes

 

Por Roberto Santos - Cientista social e pesquisador do Núcleo de Estudos de Instituições Coercitivas e da Criminalidade (NICC/UFPE) e do Instituto Maurício de Nassau.
robertosantos@mail.com

 

O IBGE divulgou recentemente os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio). Em meio a esses números, se não analisarmos com atenção, perderemos o que de fato ele nos revela. Muito disso, levados por uma mídia que pouco se preocupa em interpretação, apenas reproduzindo os dados estrategicamente colocados pelo IBGE. O ponto central da questão é o índice de Gini. Ele diz respeito à desigualdade, medindo a diferença entre as rendas que remuneram o trabalho. Sendo assim, ele não leva em conta as rendas do capital, ou seja, lucro e juros. O conjunto dos estratos localizados mais próximos do topo da pirâmide social cada vez mais se afasta da condição de trabalho, aliando-se a outras formas de renda, sobretudo provenientes da posse da terra, de ações do mercado financeiro, de títulos, entre outras. 
Seguindo essa lógica, podemos afirmar apenas que houve uma queda na desigualdade entre os assalariados. Essa desigualdade específica nem é de fato a mais relevante, já que a renda dos ricos se afasta cada vez mais da condição do trabalho. Não há números nem índices para mensurar a desigualdade entre todo o conjunto das rendas, apenas existem os que se limitam à desigualdade entre salários. Essa distinção para compreender a realidade da desigualdade social não é pequena. Se notarmos que em 1980 a participação do rendimento do trabalho na renda do País foi de 50%, e que em 2005 essa participação no rendimento nacional caiu para 39,1%, entenderemos o quanto a renda dos proprietários (juros, lucros, aluguéis de imóveis) cresceu mais rapidamente que a variação da renda nacional e, por conseqüência, do próprio rendimento do trabalho.

Por conseguinte, a omissão do relevante desnível capital/trabalho nas análises dos dados da Pnad cria um viés crasso. Se basear nesses números e afirmar que o Brasil vem diminuindo a desigualdade é, minimamente, uma meia verdade. O que também vale por uma meia mentira.

22 de Outubro de 2009 às 18:05
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Serra leva a melhor em pesquisa do Ibope

 

A pesquisa nacional divulgada nesta quinta-feira (22) pelo instituto Ibope mostra uma vantagem de José Serra para a disputa eleitoral em 2010. A pesquisa nacional encomendada pelo PSDB, mostra que o candidato tucano está na casa de 40% das intenções de voto. A pesquisa realizou dois cenários eleitorais, sendo uma com Serra e outro com o governador de Minas Gerais, Aécio Neves.

No primeiro cenário, José Serra aparece com 41% das intenções de voto, a frente da ministra Dilma Rousseff (17%). Ciro Gomes fica empatado tecnicamente com Dilma (16%) e Marina Silva obtém 9% das intenções de voto. No segundo cenário, Ciro toma à dianteira e aparece com 26% dos votos e Dilma Rousseff fica empatada com Aécio Neves, cada um com 19%. Marina Silva sobe de 9% para 11%.

Na análise por região, a preferência por José Serra é mais acentuada no Sudeste (45%) e no Sul (48%), sobretudo nos municípios do Interior (45%) e os de menor porte (45%). Um dado no mínimo curioso mostra que 40% dos que consideram o governo Lula “ótimo” ou “bom” manifestaram a intenção de votar em Serra e não na candidata do atual presidente. Diante desse cenário, como conseguir tirar os votos de Serra em uma região historicamente administrada pela oposição?

Na simulação para o segundo turno, Serra vence Dilma por 56% a 27% e também bate os votos de Ciro Gomes, por 54% a 25%. Na região Nordeste, a vantagem de Serra cai 16%, mas ele continua a frente da Dilma Rousseff com a porcentagem de 49% a 33%. Na disputa entre Serra e Ciro, diferença entre eles se reduz para 12% (44% a 32%).

As opiniões sobre a conduta que deve ser tomada pelo próximo presidente da república mostram que o governo assistencialista empregado pelo presidente Lula tem aprovação e merece ser continuado, independentemente da posição política do próximo governante. 11% dos entrevistados responderam que gostariam que o futuro presidente “mudasse totalmente o governo”, 32% que “mantivesse só alguns programas do atual governo”, 28% que fizesse “poucas mudanças e desse continuidade a muita coisa; e 29% que  “desse total continuidade” ao governo Lula.

A vantagem de Serra está no perfil formado por mulheres e jovens de classe média e média alta residentes nas Regiões Sul e Sudeste do País. Lula tem mais força no Nordeste e investe pesado na região, a fim de transferir votos para sua candidata, que insiste em não decolar nas pesquisas de opinião. Porém, julgamentos deterministas ainda são arriscados.

 

MÉTODO - A pesquisa nacional do Ibope foi encomendada pelo empresário carioca Ronaldo Cesar Coelho, fundador do PSDB, e aplicada entre os dias 1 e 5 deste mês com 2.002 eleitores. A margem de erro foi de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

14 de Outubro de 2009 às 17:16
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Pesquisa aponta Henrique Mariano à frente da OAB-PE

 

Nesta quarta-feira (14), o Instituto Maurício de Nassau divulgou pesquisa de intenção de voto com os candidatos à OAB-PE. De acordo com os dados divulgados no levantamento, o candidato Henrique Mariano aparece na dianteira da disputa com 33,6% das intenções de voto. Em seguida aparece o candidato Ricardo Correia, com 23,9% e Júlio Oliveira com 15,2% dos votos. O levantamento foi realizado com 658 entrevistas em Fóruns e Tribunais do estado de Pernambuco.

Quanto à popularidade dos candidatos, 44,9% dos profissionais entrevistados disseram conhecer bem Henrique Mariano. 46,6% conhecem de perto a pessoa de Ricardo Correia e 57,3% afirmaram conhecê-lo bem Júlio Oliveira.  Porém, essa variável não implica na transferência de votos, já que o candidato mais conhecido é apontado como o menos votado para assumir a presidência da OAB-PE.

O atual presidente da OAB-PE se mostra com significativa força política nessas eleições, pois 40,3% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em um candidato apoiado pelo atual presidente da instituição, Jayme Asfora. A pesquisa completa está na seção Pesquisas do blog.

 

METODOLOGIA - O questionário foi aplicado nos dias 06 e 07 de outubro nos seguintes Fóruns: Desembargador Henrique Capitulino (Piedade), Desembargador Henrique Capitulino (Prazeres), Dr. Irajá D’Almeida Lins, Dr. Manoel Souza Filho, Fórum Joana Bezerra, Fórum Paulo Batista, Fórum Thomaz de Aquino, Juiz Demóstenes Batista Veras, Justiça do Trabalho, Justiça Federal, Lourenço José Ribeiro, Ministro Eraldo Gueiros Leite, OAB Sede, Severino Joaquim Krause Gonçalves e Tribunal de Justiça (Centro).

7 de Outubro de 2009 às 15:29
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Pesquisa revela perfil da sexualidade no Recife

 

Pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto Maurício de Nassau sobre a Cultura da Sexualidade no Recife procurou verificar a presença de tolerância dos moradores da capital pernambucana quanto aos comportamentos individuais associados à sexualidade. Deste modo, procuramos observar se existe tolerância – esta vislumbrada, em alguns instantes, no âmbito da aprovação ou desaprovação – sobre determinados comportamentos. Em outros instantes, avaliamos a tolerância observando supostos comportamentos que os indivíduos podem ter diante de determinados fatos. Neste sentido, esta pesquisa observa que:

1. Existe percentual considerável de mulheres agredidas por seus companheiros – 61,3% afirmaram que conhecem alguma mulher que já fora vítima de agressão por parte do companheiro. O marido é o principal agressor. Considerando a faixa etária, constatamos que 70% dos jovens têm ciência de mulheres agredidas. Encontramos percentual semelhante na faixa etária de 25-34 anos. Com o aumento da idade, constamos uma diminuição no nível de conhecimento;

2. Existe menor percentual de homens agredidos por mulheres – 31,7%. Neste universo, a esposa é a principal agressora - 85,2% afirmaram que foi a esposa que cometeu a agressão. Mesmo o percentual sendo menor, a frequência de agressão a homens por parte de mulheres, reforça, junto com a variável “agressão do homem à mulher”, que a violência doméstica pode ser considerada eventos sociais comuns;

3.  A fidelidade é um valor primordial para os indivíduos pesquisados – 93,7%, independente da classe social. Porém, 23% das mulheres e 58% dos homens afirmaram ter traído os seus parceiros. Não existe diferença considerável, quando consideramos as variáveis faixa etária e classe social, na frequência de indivíduos que já traíram – com exceção da faixa etária 60 anos ou mais. Destacamos que 29% dos homens afirmaram ter sido traídos. E 61% das mulheres frisaram ter sofrido traição. A fidelidade é considerada um bem maior, contudo, principalmente no universo masculino, ela é relegada. Portanto, é um bem maior relativo. Ela está a depender do interesse de cada um;

4.   Quando um dos parceiros trai, o que ele merece? 37,2% propuseram a separação como custo ao indivíduo que traiu. Porém, 8,8% citaram a agressão física e 1,2%, morte. Estes dados nos revelam que a traição pode desaguar em homicídio. Ou que, para 1,2%, a morte é uma pena adequada para o indivíduo que trai;

5.   O temor à traição, a falta de confiança entre os indivíduos e o machismo, o qual advém de ambos os sexos, são revelados por esta pesquisa. Frequência expressiva de homens e mulheres, independente dos segmentos aqui já frisados, censura o ato do indivíduo ir sem a esposa, marido, namorado ou namorada, a um restaurante ou a um bar à noite. Deve-se entender por machismo a reprovação de um dado comportamento feminino e a aprovação deste quando parte do sexo masculino. Os dados revelam que o machismo existe em ambos os sexos; Leia este post na íntegra »

As opiniões postadas neste blog não refletem necessariamente a posição deste Instituto.

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