Instituto Maurício de Nassau

Confira os fatos sociais que movimentam o interior de Pernambuco

Veículo: NE 10 / Interior

Data: 14 de abril de 2011

Título: Confira os fatos sociais que movimentam o interior de Pernambuco
Por Paulo Magrinny

 

Novos voos
A ex-secretária de educação de Caruaru, Ivania Porto, tem ganhado foco pelo relevante trabalho desenvolvido como cientista social junto a empresas especializadas no seguimento em Pernambuco como é o caso da Contexto - Estratégias Política e de Mercado e do Instituto de Pesquisa Mauricio de Nassau. Quando se investe na capacitação e pesquisa, os resultados sempre aparecem, afinal há sempre um mundo mais amplo além daquele que muitos insistem em permanecer.

Nassau abre amplo debate sobre reforma

Data: 12 de abril de 2011

Veículo: Jornal do Commercio / Política / Pinga fogo / Nota

 

Nassau abre amplo debate sobre reforma
Um dia inteiro de debate gratuito sobre pesquisas, estratégias e reforma política. Promoção da Faculdade Maurício de Nassau, dia 25, na Assembleia.

Dívida com cartão corresponde a 57,9%

Data: 11 de abril de 2011

Veículo: Folha de Pernambuco / Economia

Título: Dívida com cartão corresponde a 57,9%
 

A falta de conhecimento sobre como utilizar o cartão de crédito é um dos principais motivos para o endividamento dos usuários da modalidade. De acordo com a pesquisa do Índice de Endividamento do Consumidor Recifense (IEC), realizada pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) no último mês de março, o endividamento por causa do cartão de crédito corresponde a 57,9% da dívida principal dos recifenses. Os juros formam o principal problema aos usuários. Além de serem abusivos - atingindo 10% ao mês e chegando a aproximadamente 230% ao ano - eles fazem com que pequenos atrasos no pagamento da fatura causem um impacto por muito tempo nas finanças.

 

De acordo com o professor e presidente do Instituto DSOP de Educação Financeira, Reinaldo Domingos, para evitar o endividamento com o cartão de crédito o consumidor deve ter consciência do limite que pode gastar em relação ao seu salário. “O valor de limite é de 30% do seu montante financeiro ao mês. Assim é possível evitar o uso de forma compulsiva e não ultrapassar a capacidade de pagamento”, orienta.

 

Para o professor, o impulso na hora da compra, parcelas não creditadas, taxas cobradas pelas operadoras e a utilização excessiva do cartão são algumas das principais razões para o endividamento pelo uso do cartão. Segundo Domingos, a modalidade exige controle do que se compra e atenção redobrada quanto ao dia de pagamento e valor da fatura. “O consumidor precisa entender que deve pagar o montante total da fatura. Se ele compra um item parcelado em dez vezes e no outro mês compra outra coisa parcelada por mais dez meses, o somatório vai ocupar a sua capacidade de pagamento”, exemplifica. Segundo o especialista, é possível sair das dívidas para os sonhos. “O caminho é fazer um diagnóstico financeiro, anotando por 30 dias as despesas, e descobrir para onde está indo o dinheiro. Até os pequenos gastos devem ser registrados. O próximo passo é sentar com a família, cortar os gastos que puder, traçar os objetivos que quer realizar e economizar. O segredo é poupar para realizar os sonhos”.

 

Reforma política em debate

Data: 10 de abril de 2011

Veículo: Folha de Pernambuco / Política / Cidadania / Nota

CURSO
REFORMA POLÍTICA EM DEBATE –
O Grupo Ser Educacional realiza no próximo dia 25 de abril, o III Seminário de Ciência Política, que nesta edição terá como tema “Pesquisa, estratégia e reforma política”. O evento contará com nomes importantes, como o do sociólogo Antônio Lavareda, do cientista político Adriano Oliveira, do economista Maurício Romão, do cientista político Jorge Zaverucha e do presidente do Grupo Ser Educacional, Janguiê Diniz, que fará a palestra de abertura. Além da presença do ex-deputado federal pelo Paraná, Gustavo Fruet, que irá discutir a reforma política e seus atores. Os debates acontecerão durante todo o dia na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, e serão abertos ao público. Informações: 3413-4624.
 

Reforma política em debate

Veículo: Folha de Pernambuco / Grande Recife / Cidadania / CURSOS

Data: 8 de abril de 2011

Título: REFORMA POLÍTICA EM DEBATE

 

O Grupo Ser Educacional realiza no próximo dia 25 de abril o III Seminário de Ciência Política, que nesta edição terá como temática “Pesquisa, estratégia e reforma política”. O evento conta com nomes de peso como o do sociólogo Antônio Lavareda, do cientista político Adriano Oliveira, do economista Maurício Romão, do cientista político Jorge Zaverucha e do presidente do Grupo Ser Educacional, Janguiê Diniz, que fará a palestra de abertura. Além da presença do ex-deputado federal pelo Paraná, Gustavo Freut, que irá discutir a reforma política e seus atores. Os debates acontecem durante todo o dia na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco e serão abertos ao público. Informações pelo 3413-4624. 

Recifense não sabe impostos que paga

Veículo: Diario de Pernambuco / Economia

Data: 5 de abril de 2011

Título: Recifense não sabe impostos que paga

Juliana Cavalcanti
julianacavalcanti.pe@dabr.com.br

 

Pesquisa do IPMN mostrou que 51% dos entrevistados não lembram sequer do nome dos tributos

 

Muito se reclama da quantidade de impostos paga hoje em dia no Brasil, mas a verdade é que a maior parte da população desconhece os tributos e em que percentuais aparecem no dia a dia. Um levantamento do Instituto de Pesquisas Maurício de Nassau (IPMN) mostrou que no caso do Recife, o elevado desconhecimento sobre os impostos existentes e uma descrença na possibilidade da redução da carga tributária nos próximos anos.

 

Dos entrevistados, 51% não lembraram ou não responderam de forma correta o nome de nenhum imposto, enquanto 79,7% não acreditam na redução de tributos nos próximos anos. A maior parte dos entrevistados (76,2%) desconhece alguém que já sonegou impostos e desaprova (82%) a sonegação pelas empresas para redução de custos. ´De certa maneira essas respostas surpreenderam, porque esperávamos que mais pessoas falassem sobre conhecer alguém que não pagasse impostos. A desaprovação a essa prática também se destacou`, ressaltou Djalma Guimarães, economista do IPMN e coordenador da pesquisa.

 

Os impostos mais lembrados no levantamento foram os diretos, entre eles o IPTU (Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana), com 23,8% das citações; O IPVA (Imposto sobre Veículos Automotores), com 12,4%; e o Imposto de Renda, com 6,9%.

 

Lúcia e Luciana Andrade, mãe e filha, reclamam do excesso de tributos e citam o IPTU e o IPVA como os vilões dos impostos. ´É muito imposto e pouco retorno. Não consigo ver onde os impostos são aplicados`, reclama Lúcia Andrade, ressaltando na questão do consumo direto, tem o costume de sempre pedir a nota fiscal.

 

A professora Daniela Andrade reconhece não cobrar a nota fiscal e reclama que poucos comerciantes entregam espontaneamente o cupom. ´Eles entregam muitas vezes apenas um recibo e a nota do cartão, mas não a nota fiscal`, diz.

 

Já o atendente de loja Fernando Figueiroa diz o contrário: ´É muito difícil alguém pedir a nota fiscal. A gente emite e tem gente que vai embora sem pegar o cupom. Tem gente que esquece até o comprovante do cartão de crédito`.

 

Desconhecimento

 

Outro dado apontado pela pesquisa do Instituto Maurício de Nassau é o desconhecimento sobre os impostos indiretos. ´A maioria das pessoas tem noção apenas dos impostos diretos, que incidem renda do trabalhador e têm impacto mais visível. Verificamos que os impostos indiretos, presentes nos preços finais dos produtos, não são conhecidos pelas pessoas. Elas sabem intuitivamente que pagam impostos, mas não têm noção do quanto pagam`, completou Djalma Guimarães.

 

É o caso de Sidney Muniz. Perto de começar no primeiro emprego no setor de Recursos Humanos de uma empresa, ela identifica os impostos nas contas mensais. ´Acho que são poucos. Na conta de luz, na conta de água e nas compras nas lojas vêm uma taxa. Acho que esses impostos deveriam ser melhor aplicados`, considera ela, que exige as notas fiscais em todas as compras. ´Quando não recebo ou esqueço de pedir, volto para pedir`, conta.

 

Depoimentos

É muito imposto e pouco retorno. Não consigo ver onde os impostos são aplicados`
Lúcia Andrade, contribuinte

 

Eles entregam muitas vezes apenas um recibo e a nota do cartão, mas não a nota fiscal`
Daniela Andrade, professora

 

Quando não recebo (a nota fiscal) ou esqueço de pedir, volto para pedir`
Sidney Muniz, funcionária de RH

Recifense está menos endividado, segundo pesquisa

Veículo: Diario de Pernambuco / Site

Data: 31 de março de 2011

Título: Recifense está menos endividado, segundo pesquisa

 

O Índice de Endividamento do Consumidor Recifense (IEC), de acordo com o Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN), apresentou um recuo de 5,7% no mês de março com relação ao mês de janeiro. O resultado representa uma melhora nas condições das finanças pessoais do consumidor. Um dos fatores que pode explicar esta redução é o aumento na geração de empregos em 2010 e a continuidade do elevado ritmo de admissões neste início de ano. Fato que incrementa o orçamento familiar de boa parte das famílias e aumenta o percentual de renda disponível para pagamento de dívidas contratadas pelo consumidor. A pesquisa foi realizada nos dias 15 e 16 de março com 809 pessoas da cidade do Recife.

 

Segundo a pesquisa do IPMN, entre os recifenses, predomina o endividamento por causa do cartão de crédito, que representa 57,9% da dívida principal dos consumidores. Em janeiro, esse percentual era de 55,9%. Esta modalidade requer uma atenção especial do consumidor, pois o financiamento ao consumo possui em média uma taxa de juro mensal de 10%, percentual que tem aumentado em virtude da política monetária restritiva adotada pelo governo desde o quarto trimestre de 2010. Em relação à pesquisa de janeiro de 2011, nota-se uma queda no nível de dívidas relacionadas a empréstimos e lojas e um aumento do percentual de dívidas relacionadas a escolas e aluguel.

 

No que se refere à renda comprometida com dívidas, predomina o número de indivíduos com menos da metade de sua renda total comprometida com dívidas que, nesta pesquisa, atingiu 41,5% contra 35,3% em janeiro. Já o percentual dos que possuem endividamento superior a sua renda total, caiu de 24,6% em janeiro para 22% em março.

 

Sobre o perfil sócio-econômico do recifense endividado, nota-se que há uma tendência de elevação do endividamento à medida que se eleva a renda do consumidor. Pode-se perceber também que 72,7% dos indivíduos com renda mensal entre 5 a 10 salários mínimos se declararam endividados, enquanto que 56% dos indivíduos com renda mensal até um salário mínimo estão endividados.

 

Em relação à classe social dos entrevistados, a pesquisa aponta que a classes mais elevadas na pirâmide social, possuem alguns dos maiores percentuais de endividamento. Todavia, a pesquisa mostra que a classe C possui o maior percentual de endividamento. Quando observada a escolaridade do consumidor endividado, percebe-se algo semelhante à tendência apresentada pela relação entre endividamento e renda. Com exceção da pós-graduação, existe uma tendência de elevação do endividamento à medida que a escolaridade do consumidor aumenta.

Recifense está menos endividado

Veículo: Folha de Pernambuco / Economia / Consumo

Data: 31 de março de 2011

Título: Recifense está menos endividado

MANUELA REIS  

 

Levantamento do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) mostra que o nível de endividamento dos consumidores da capital pernambucana apresentou queda de 5,7% neste mês de março, em relação a janeiro. Segundo o Índice de Endividamento do Consumidor Recifense (IEC), o resultado demonstra melhoria nas condições das finanças pessoais do consumidor, e uma das causas da redução seria o aumento na geração de empregos em 2010 e o crescente ritmo de admissões neste início de ano.

 

Em relação à pesquisa feita em janeiro de 2011, foi percebida uma queda no nível de dívidas relacionadas a empréstimos e lojas e um aumento do percentual das que se referem a escolas e aluguel. O percentual dos que possuem dívidas superiores à sua renda total também caiu: de 24,6% em janeiro para 22% em março. A pesquisa ainda aponta que o endividamento causado pelo uso do cartão de crédito é predominante entre os consumidores - atingindo 57,9% da dívida principal, contra os 55,9% apontados no mês de janeiro.

 

Na visão do economista do IPMN Djalma Guimarães, o maior problema relacionado é o indivíduo optar por pagar um valor inferior à fatura completa. “O cartão de crédito possui uma das maiores taxas de juros do mercado. Existe o risco das dívidas em excesso, que levam as pessoas a não conseguirem pagar o valor total da parcela, gerando uma dívida maior do que elas poderiam obter”. O economista adverte que o mais indicado para prevenção do endividamento é o planejamento. O levantamento foi feito com 809 habitantes, nos dias 15 e 16.

 

Casa própria, o grande sonho de consumo

Veículo: Folha de Pernambuco / Imóveis

Data: 25 de março de 2011

Título: Casa própria, o grande sonho de consumo

 

Estudo garante que população ambiciona adquirir novos imóveis, mesmo que 70% dela já tenha uma habitação quitada

 

 

Marcela Alves 

 

Desde que o potencial econômico de Pernambuco despontou e tornou-se celeiro de grandes investimentos, o setor habitacional do Estado ampliou para atender uma demanda que só tem perspectivas de aumentar. Dados contidos numa pesquisa que analisou a pretensão dos recifenses em adquirir imóveis, dão conta de que 28% dos entrevistados têm interesse de comprar um imóvel em até um ano. Desse total, 57,3% querem comprar casas e 26,4% preferem adquirir apartamentos. Ter uma segunda residência é a pretensão de 48,9% dos consultados. O curioso é que 70% dessas pessoas já possuem uma habitação quitada.

 

Segundo o economista do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN), responsável pela pesquisa, Djalma Silva Guimarães Júnior, o aquecimento do mercado imobiliário e, consequentemente, a procura do consumidor por novos imóveis estão diretamente ligados ao aumento da renda e o crescimento da economia nacional e local. O pesquisador garante que essa afirmação pode ser constatada a partir do movimento dos contratos de financiamentos para a aquisição do imóvel próprio. Essa facilidade é utilizada, principalmente, pelas classes C e D, parcela da população que a pesquisa aponta como responsável por 50% da demanda atual de compra de imóveis no Estado.

 

“As empresas devem estar atentas ao que esse público deseja. Pois, se pensarmos em termos quantitativos, eles representam a maior parte da população. Como o Brasil tem uma renda concentrada, isso não é proporcional. No entanto, a participação desses grupos no consumo já é comemorado por vários segmentos empresariais, que percebem o aumento do número de consumidores e vê a economia crescer”, comentou Djalma Guimarães.

 

Apesar das classes de renda mais baixa representarem um grande número de usuários do segmento imobiliário, o crescimento do mercado habitacional foi gerado por todos os segmentos. Para o economista, a tendência é que, pelo menos nos próximos três anos, o mercado imobiliário continue bem aquecido. “Cerca de 47% das intenções de compra que nós registramos, só estão previstas para os próximos dois anos. Esse período significa curto prazo, em termos de construção civil”, explicou o economista.

 

A pesquisa ainda aponta que 3,7% da população paga a moradia por meio de financiamentos e que 25,2% vive de aluguel. Em relação à compra de imóveis, o relatório constata que o consumidor prefere imóveis novos. Quando sua intenção de compra é por imóveis usados, o consumidor opta por aqueles com menor tempo de uso. Outro dado relevante está relacionado à estratégia de negociação: cerca de 36,7% preferem contatar o proprietário, enquanto uma porção menor (6,8%) entra em contato com a imobiliária ou procura o imóvel pela internet.

 

De acordo com Djalma  Guimarães, essa pesquisa, inédita até então no Estado, é um serviço de grande utilidade, sobretudo para as empresas que trabalham em função deste mercado em expansão. “A partir dessas informações, as empresas podem formular novas estratégias para se aproximar do público”, concluiu. O IPMN pretende acompanhar o mercado e realizar uma nova pesquisa no próximo trimestre. 

 

PERFIL
Durante a elaboração da pesquisa, que entrevistou 818 pessoas de todos os níveis sociais, observou-se que as casas são os tipos de imóveis preferidos da classa C, os apartamentos são a principal opção da classe média. Já as casas de praia e de campo são desejos da classe A para a segunda moradia.

 

De modo geral, entretanto, o perfil da nova habitação procurada pelo público recifense tem três quartos, dois banheiros e uma vaga na garagem. Quanto às regiões com maior índice de preferência estão Boa Viagem e Casa Forte, somando 11,2% das intenções. No entanto, merece destaque o bairro de Casa Amarela, com 6,9%.

Recifense apresenta mais otimismo

Veículo: Folha de Pernambuco / Economia / Finanças

Data: 25 de março de 2011

Título: Recifense apresenta mais otimismo

 

CAROL PACOBAHYBA     
Pelo menos 58% dos recifenses estão otimistas quanto às suas finanças para os próximos seis meses. Os dados são da Pesquisa de Confiança do Consumidor, realizada pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN), nos dias 15 e 16 de março, na capital pernambucana. De acordo com o levantamento, 72,7% dos recifenses acreditam em uma melhora de suas finanças, índice 8,7% maior do que o registrado no mês de janeiro.

 

Para o economista do IPMN, Djalma Guimarães, os índices sinalizam um bom momento para o comércio e para a indústria porque isso vai mostrar exatamente as perspectivas para os próximos meses. “As taxas mostram a disposição que o recifense tem de consumir, e o consumo é uma das variáveis mais importante do Produto Interno Bruto. O consumo das famílias tem sido responsável pelo crescimento do Brasil nos últimos anos e essa confiança crescente é fundamental para a continuidade do crescimento da economia”, analisa. Para o economista, o elevado índice de confiança pode ser resultante dos anúncios de investimentos, do crescimento econômico do Estado e do aumento de emprego e renda, o que leva o consumidor a se sentir mais confiante em consumir.

 

O percentual da confiança do consumidor em relação à economia brasileira foi de 68,1%, valor 9,3% maior que em janeiro. No entanto, quando questionado sobre a economia pernambucana, o otimismo apresentou redução para 62,7%, dos 64,4% registrados no mês anterior. “O Governo tem tomado medidas de corte de gastos no orçamento e isso tende a retrair o ritmo do consumo nos próximos meses e essas medidas levam alguns meses para serem sentidas. Mesmo assim, a redução é pouco significativa”, avalia Guimarães.

 

A pesquisa constatou, ainda, que 15,2% dos entrevistados pretendem comprar produtos das áreas de eletrodomésticos, eletroeletrônico, móveis e produtos de informática. Dos eletrodomésticos, a geladeira foi o item mais citado (34,1%) e na área de eletroeletrônicos a televisão predominou (44,6%).

 

As opiniões postadas neste blog não refletem necessariamente a posição deste Instituto.

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