Instituto Maurício de Nassau

Preço de produtos tem elevação

Veículo: Folha de Pernambuco / Economia

Data: 10 de março de 2011

Título: Preço de produtos tem elevação

Alta atingiu itens mais consumidos durante o Carnaval

 

Durante este Carnaval, os preços dos produtos tradicionais da cesta básica apresentaram redução, ao contrário dos que são mais consumidos na época. É o que aponta a Pesquisa Mensal de Cesta Básica do Insituto de Pesquisa Maurício de Nassau (PMCB-IPMN), divulgada ontem. De acordo com o estudo, o aumento da demanda é o principal fator para elevar a inflação da cesta de produtos consumidos no Carnaval do Recife, como, por exemplo, cerveja, refrigerante e água mineral, que entre janeiro e fevereiro passados apresentaram uma elevação média nos preços de 1,34%.

 

De acordo com a pesquisa, de janeiro para fevereiro, o preço da cerveja variou 3,8%; o do refrigerante, 0,6%; e o da água mineral, 3,95%. Apenas o protetor solar caiu 1,6% e o sorvete, 0,06%. A água de coco, muito consumida pelos foliões, não apresentou alteração. A justificativa para o aumento dos produtos, segundo o estudo, é que neste período do ano, a economia do Recife e a de várias outras cidades do País ficam aquecidas por conta da chegada dos turistas e pelo incremento nas vendas de produtos e serviços relacionados aos festejos de Carnaval.

 

Por outro lado, mesmo com a alta dos produtos mais consumidos no período, o custo médio da cesta de consumo alimentar do Recife teve uma queda de 0,99%, baixando de R$ 422,32 em janeiro para R$ 418,16 em fevereiro. Para conseguir comprar mais barato, os consumidores recifenses teriam que ir a, no mínimo, 12 estabelecimentos, em 11 bairros diferentes. Com isso, o valor obtido seria de R$ 282,13, uma variação negativa de 32,53%. A pesquisa mostra que o produto com maior variação de preço, ainda é o inhame (220,47%); já o de menor variação permanece o óleo (19,13%).

Valor dos produtos da cesta básica tradicional cai durante o Carnaval

Veículo: Pernambuco.com

Data: 9 de março de 2011

Título: Valor dos produtos da cesta básica tradicional cai durante o Carnaval

 

A inflação do início do mês de março foi elevada por causa do aumento da demanda de alguns produtos consumidos no período de carnaval. Segundo a Pesquisa Mensal de Cesta Básica do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (PMCB-IPMN), a inflação da cesta de produtos mais consumidos no carnaval do Recife como, por exemplo, cerveja, refrigerante e água mineral, apresentou uma elevação no preço médio dos produtos de 1,34% de janeiro a fevereiro de 2011.

 

Entre os bairros visitados no mês de fevereiro, San Martin e Cohab foram os que se destacaram em relação à concentração dos preços mínimos de cada produto. No bairro de Boa Viagem, a pesquisa constatou a maior ocorrência dos preços máximos de cada produto.

 

De acordo com a pesquisa, para obter o menor custo possível para os 20 produtos da cesta, a população recifense precisaria visitar pelo menos 12 estabelecimentos, em 11 bairros diferentes. Com isso, o valor obtido seria de R$ 282,13. Uma economia de R$ 136,03 com relação à média, representando uma variação negativa de 32,53%.

 

A pesquisa revela ainda que o produto com maior variação de preço continua sendo o inhame com 220,47%. Já o de menor variação permanece com o óleo com 19,13%. Em relação ao mês de janeiro, o produto que apresentou a maior elevação de preço foi o inhame (10,55%), seguido da banana que ficou 10,22% mais cara. No que se refere à variação negativa, o feijão ficou mais barato (12,86%).

 

Valor dos produtos da cesta básica tradicional cai no Recife

Veículo: JC Online / Cotidiano / Economia

Data: 09 de março de 2011

Título: Valor dos produtos da cesta básica tradicional cai no Recife

 

Pesquisa feita em 39 estabelecimentos de 25 bairros do Recife durante o mês de fevereiro indicou queda no preço da cesta básica tradicional. De acordo com Pesquisa Mensal de Cesta Básica do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (PMCB-IPMN), o custo médio da cesta de consumo alimentar do Recife teve uma queda de 0,99%, baixando de R$ 422,32 em janeiro para R$ 418,16 em fevereiro.

 

Para obter o menor custo possível para os 20 produtos da cesta, totalizando R$ 282,13, entretanto, seria necessário visitar ao menos 12 estabelecimentos em 11 bairros diferentes. A economia - de R$ 136,03 com relação à média - representa uma variação negativa de 32,53%.

 

No estudo, foi observado que o produto com maior variação de preço foi o inhame, com 220,47%, e o menor, o óleo, com 19,13%. O inhame também apresentou a maior elevação de preço (10,55%), seguido pela banana (10,22%). Já o produto que teve a maior queda foi o feijão (12,86%).

 

Entre os bairros visitados em fevereiro, San Martin e Cohab foram os que se destacaram com os menores preços. Boa Viagem, mais uma vez, foi o bairro que apresentou mais preços máximos de cada produto.

CARNAVAL - Durante o período da folia, foi constatada a alta nos preços de alguns produtos muito consumidos nesta época, como a água mineral (3,95), a cerveja (3,85%) e o refrigerante (0,60), em relação ao mês de janeiro.

“Boca a boca” continua forte na divulgação de Natal

Veículo: nominuto.com / No Turismo

Data: 21 de fevereiro de 2011

Título: “Boca a boca” continua forte na divulgação de Natal

 

Segundo pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa da Faculdade Maurício de Nassau, com 401 turistas que visitaram Natal, entre os dias 13 e 14 de janeiro, oriundos de diversos estados do país, a escolha da cidade como destino turístico ainda está restrita, em grande parte, à indicação de amigos e parentes. Um total de 55,7% dos entrevistados revelou que veio conhecer a cidade por recomendação de pessoas da família ou do circulo de amizade.

 

“Pelo que vimos na pesquisa o boca a boca ainda é o forte na divulgação da cidade. Isso é uma tendência muito forte no Rio Grande do Norte”, explica a coordenadora da pesquisa e do curso de Turismo da Faculdade Maurício de Nassau, Adriana Garcia.

 

Já 20,3% chegaram a Natal por meio de agências de viagens, 10,4% através de sites especializados e 13,6% souberam da cidade por anúncios em TV, jornais, e revistas e matérias de televisão.

 

Adriana explicou ainda que a opinião de parentes e amigos é a fonte de referência mais significativa para a determinação da viagem a Natal. Com isso, há espaço para outras estratégias de divulgação e consequente intensificação do turismo na região.

 

A pesquisa demonstra que essa forma de indicação se reflete no local de hospedagem escolhido pelos turistas. Dessa forma, 40,6% ficam em casa de familiares e amigos, contra 34,3% em hotel, e 15% em pousadas. Os turistas que mais procuram hotéis como meio de hospedagem são de estados mais distantes do Rio Grande do Norte. Com destaque para os seguintes estados: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rondônia, Roraima e o Distrito Federal.

 

Vale ressaltar o tempo de permanência na cidade. Os turistas que ficam na cidade por um tempo superior a 15 dias utilizam, na sua maioria, casa de famílias e amigos. Quem fica na cidade entre 1 e 14 dias utiliza mais os hotéis, resorts e pousadas. Até cinco dias, 56% ficam em hotéis e pousadas e 44% ficam em casa de amigos e família.

 

De 05 a 10 dias, 68% ficam em hotéis e pousadas e 32% em casa de amigos e família. Esses números ficam diferentes quando o tempo de permanência aumenta, de 15 a 20 dias: 42% dos visitantes ficam em hotéis e pousadas e 58% em casa de amigos e familiares. Acima de 20 dias, a proporção é de 36% para hotéis e pousadas e 64% para casa de amigos e familiares.

Produtos ficaram 1,69% mais baratos

Veículo: Folha de Pernambuco / Economia

Data: 11 de fevereiro de 2011

Título: CESTA BÁSICA / Produtos ficaram 1,69% mais baratos

 

TATIANA NOTARO    

 

O primeiro mês de 2011 te­ve redução no preço da ces­ta básica, segundo pesqui­sa feita pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN). A mostra inclui 39 estabelecimentos de 25 bairros do Recife e mostra que entre dezembro/2010 e janeiro/2011 a lista de alimentos básicos caiu de R$ 429,56 para R$ 422,32 - uma queda de 1,69%, representando uma economia de R$ 7,24 para o bolso do recifense. Para conseguir o menor preço, os 20 itens da lista do IPMN deveriam ser comprados em 13 estabelecimentos, em 12 bairros diferentes. Se fosse assim, o valor seria de R$ 283,16, aí, sim, uma redução mais significativa, de 32,95%, representando economia de R$ 139,16.

 

O inhame foi o item que apresentou a maior variação entre o maior e o menor preço encontrado nesta pesquisa, de 278,57%. Do outro lado, o produto que teve a menor variação foi a farinha, com 8,53%. Na comparação com os preços de dezembro, o tomate foi o que ficou 36,55% mais caro. Mais barato ficou o feijão, que teve preço 24,41% abaixo que no mês passado. De acordo com a economista do Instituto, Roberta Tekavita, a alta do tomate foi causada pelas grandes chuvas que atingiram regiões produtoras, o que afeta rapidamente a safra. É o contrário do feijão, cuja queda de preços se deve ao aumento da produção. “É possível que ainda haja outras quedas de preços nos próximos meses, mas não tão significativo”, diz a economista.

 

Em janeiro, a mostra não encontrou um bairro de destaque em relação aos preços mínimos. Houve equilíbrio entre Beberibe, Casa Amarela, Afogados, San Martin e Boa Viagem (que ainda assim apresentou os preços mais altos). Para a pesquisa, usou-se como base uma família de cinco pessoas, considerando-se a média de número de pessoas por domicílio apontada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Estados com taxas mais altas de homicídios reduziram mortes

Veículo: Agência de Notícias Jornal Floripa

Data: 11 de fevereiro de 2011

Título: Estados com taxas mais altas de homicídios reduziram mortes

 

Dois dos três Estados que apresentaram as taxas mais altas de homicídios em 2009, segundo levantamento da ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública, conseguiram reduzir o número de mortes no ano passado: Espírito Santo e Pernambuco.

 

Alagoas, que ocupava o primeiro lugar (63,3 homicídios por 100 mil habitantes), informou que ainda não tem os dados relativos a 2010.

 

Porém, mesmo nos Estados que conseguiram melhorar seus índices, o número de homicídios continuou alto.

 

No Espírito Santo, foram assassinadas 1.851 e 2.021 pessoas em 2010 e 2009, respectivamente (queda de 8,37%). A taxa de homicídios dolosos (intencionais) para cada 100 mil habitantes caiu de 57,9 para 52,7. Em São Paulo, a taxa de 2010, divulgada anteontem, foi de 10,5. No Rio, de 29,8.

 

Em Pernambuco, houve redução de 14% no número de crimes letais intencionais (inclui homicídios dolosos, latrocínios, agressão e mortes em confronto com a polícia) entre 2009 e 2010. No ano passado, 3.495 pessoas foram mortas (taxa de 39,7 por 100 mil habitantes).

 

A ONG usa dados informados pelos próprios Estados.

 

SÉRIE HISTÓRICA

 

Para Eugênia Raizer, coordenadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade Federal do Espírito Santo, a redução das mortes no Estado é resultado da mobilização da sociedade –que criou fóruns de discussão e movimentos de defesa dos direitos humanos– e de iniciativas do Estado em equipar e treinar a polícia, com ajuda de recursos federais.

 

Segundo Raizer, é preciso uma sequência de ao menos cinco anos para afirmar que existe uma tendência sustentável na redução das taxas.

 

O secretário de Defesa Social de Pernambuco, Wilson Salles Damázio, atribuiu a queda à reformulação da política de segurança, em 2007.

 

Segundo ele, o governo priorizou o combate a grupos de extermínio e ao tráfico de drogas e o cumprimento de mandados de prisão.

 

Para o cientista político Adriano Oliveira, colaborador do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau, a dúvida é se o programa continuará eficaz nos próximos anos.

 

CFSP

Aumenta permanência de turistas

Confira a matéria do Instituto de Pesquisa da Faculdade Maurício de Nassau, que foi publicada no jornal Tribuna do Norte, de Natal, no domingo (6). Os dados são referentes aos turistas que frequentaram a capital potiguar no mês de janeiro de 2011.

 

Veículo: Tribuna do Norte / Economia

Data: 06 de fevereiro de 2011

Título: Aumenta permanência de turistas

 

O turista que visita a capital do Rio Grande do Norte ampliou o número de dias em que permanece no Estado. Antes, os visitantes ficavam em média três dias na cidade (três dias e duas noites). Agora, esse número passou a ficar entre 5 (cinco) dias e quatro noites e 10 (dez) dias e nove noites. Esse aumento na quantidade de dias se reflete em mais diárias em hotéis, mais consumo em restaurantes, lojas e locais de lazer, ou seja, mais dinheiro circulando na economia da cidade e no Estado. Essas informações foram apuradas junto aos turistas que visitaram a cidade em janeiro e estão na Pesquisa de Opinião de Satisfação do Turista com a cidade de Natal. A análise foi realizada pelo Instituto de Pesquisa da Faculdade Maurício de Nassau com 401 entrevistados de diversos estados do País.

 

“O aumento na permanência de dias foi um fator que nos surpreendeu na pesquisa. Antes, esse número registrava uma média de três dias, agora está entre cinco e dez dias. Isso mostra que o turista está conhecendo outras áreas do estado e ampliando sua permanência. Isso é bom para a economia, mas é importante ficar atento para oferecer mais opções para o turista”, explica a coordenadora da pesquisa e do curso de Turismo da Faculdade Maurício de Nassau, Adriana Garcia.

 

Segundo a pesquisa, os turistas que vêm à cidade, na sua maioria, ou seja, 52,9% gastam entre R$ 1 mil e R$ 4 mil, por meio de dinheiro e cartão de crédito (70,6%). Apenas 2% utilizam cheques e 12,6% o cartão de débito. Os turistas foram entrevistados em três praias da capital Potiguar: Redinha, Ponta Negra e Artistas, sendo 52% do sexo feminino e 48% homens. A intenção da pesquisa, a primeira realizada pelo Instituto de Pesquisa da Faculdade Maurício de Nassau, é analisar qual a opinião do turista sobre a cidade e, a partir dele, estabelecer critérios para atender de forma eficiente os visitantes. “Esse é um estudo situacional. A partir dele podemos avaliar como está a situação do turismo na capital. Com base nos resultados do estudo, o poder público e a iniciativa privada podem avaliar estratégias para melhorar os serviços e ampliar o número de visitantes à cidade”, lembra.

 

Problemas - Mas, mesmo tendo muito que comemorar, o setor de turismo da cidade, de acordo com os dados da pesquisa, também tem de ficar atentos a determinados problemas. O turista que visita a capital do Rio Grande do Norte considera a cidade pouco eficiente em informações turísticas, defendem que a infraestrutura precisa ser melhorada (problema comum a maioria das cidades brasileiras), principalmente na questão da acessibilidade, e falha no atendimento nos serviços públicos. “Esses dados servem para que a iniciativa privada e o poder público busquem soluções para resolver os problemas e ampliar o número de turistas na cidade”, afirma Adriana Garcia.

 

Indicação de parentes e amigos influencia escolha - A escolha da cidade como destino turístico ainda está restrita, em grande parte, à indicação de amigos e parentes. Um total de 55,7% dos entrevistados revelou que veio conhecer a cidade por recomendação de pessoas da família ou do circulo de amizade. “Pelo que vimos na pesquisa o boca a boca ainda é o forte na divulgação da cidade. Isso é uma tendência muito forte no Rio Grande do Norte”, disse. Já 20,3% chegaram a Natal por meio de agências de viagens, 10,4% através de sites especializados e 13,6% souberam da cidade por anúncios em TV, jornais, e revistas e matérias de televisão.

 

“A opinião de parentes e amigos é a fonte de referência mais significativa para a determinação da viagem a Natal. Com isso, há espaço para outras estratégias de divulgação e conseqüente intensificação do turismo na região”, afirma a coordenadora do curso de Turismo da Faculdade Maurício de Nassau. A pesquisa demonstra que essa forma de indicação se reflete no local de hospedagem escolhido pelos turistas. Dessa forma, 40,6% ficam em casa de familiares e amigos, contra 34,3% em hotel, e 15% em pousadas.

 

Os turistas que mais procuram hotéis como meio de hospedagem são de estados mais distantes do Rio Grande do Norte. Com destaque para os seguintes estados: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rondônia, Roraima e o Distrito Federal. Neste ponto vale ressaltar o tempo de permanência na cidade. Os turistas que ficam na cidade por um tempo superior a 15 dias utilizam, na sua maioria, casa de famílias e amigos. Quem fica na cidade entre 1 e 14 dias utiliza mais os hotéis, resorts e pousadas. Até 5 dias, 56% ficam em hotéis e pousadas e 44% ficam em casa de amigos e família. De 05 a 10 dias, 68% ficam em hotéis e pousadas e 32% em casa de amigos e famílias. Esses números ficam diferentes quando o tempo de permanência aumenta, de 15 a 20 dias: 42% ficam em hotéis e pousadas.

 

Turismo regional mostra força no Estado - Mas mesmo dentro do público que visita à cidade, a pesquisa mostra que existe uma tendência de centralização nas regiões emissoras de turistas para Natal. Em relação à origem, predomina o grupo de turistas da própria região Nordeste aproximadamente 40%, com destaque Pernambuco, Paraíba e Bahia. Da região Sudeste destacam-se como pólos emissores os estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Isso mostra o potencial de exploração que ainda existe em estados das regiões Norte, Centro-Oeste e Sul do Brasil. Vale ressaltar, que entre esses turistas, a maioria deles é de solteiros, que representam 43,8% dos visitantes, contra 33,2% de casados, e 8,4% de divorciados.

 

“Esses números revelam uma surpresa na emissão de turistas para Natal. Antes, os paulistas eram predominantes e hoje vemos uma concentração no turismo intra-regional”, lembra. Outra característica do turista que escolhe Natal para passar férias é a escolaridade elevada, pois 44,3% dos entrevistados possuem ensino superior completo ou pós-graduação. Em termos de renda, 49,3% dos turistas têm renda mensal superior a R$ 2.550,00. A maioria tem interesse de ficar na cidade entre cinco e dez dias (33,8%), enquanto 20,3% pretendem ficar por apenas cinco dias.

 

Fidelização - Um importante indicador para o setor de turismo da capital Potiguar é a fidelização dos turistas, já que 82% dos turistas entrevistados afirmaram o desejo de voltar. “Esse é um dado importante na pesquisa. Os turistas têm interesse em voltar, mas o poder público e a iniciativa privada precisam gerar novas atrações para fazer com que esse turista volte à cidade. Não pode ficar centrado apenas no turismo de sol e mar”, explica a coordenadora da pesquisa. No universo de turistas que esteve em Natal nesse mês de janeiro, 58,1% veio pela primeira vez à cidade. Dos que já estiveram em Natal e agora estão de volta, predomina os que estão visitando a cidade pela segunda e pela terceira vez, 54,6% do total. A pesquisa também fornece uma indicação de que a primeira visita a Natal é intermediada por uma agência.

 

Terceira idade - O Instituto de Pesquisa da Faculdade Maurício de Nassau identificou ainda que um dos mais importantes nichos de mercado de turismo – o turismo da “terceira idade” ou “melhor idade” – é ainda bastante incipiente no estado, o que resulta em uma grande lacuna a ser ainda explorada comercialmente. Nesse segmento, observa-se que o maior percentual de turistas que visitam a capital do Rio Grande do Norte é de pessoas com idade entre 25 e 34 anos (39,2%), enquanto que o grupo de idosos, com idade a partir de 60 anos, só responde por um total de 5,7%, fato que indica uma possibilidade de expansão no número de visitantes dessa faixa etária, que ainda não foi um objeto de trabalho do trade turístico nem do poder público. Os demais visitantes estão entre 35 e 44 anos (24,7%), entre 18 e 24 anos (17,2%) e entre 45 e 59 anos (13,2%).

Torcida rubro-negra é a mais otimista do Estado, diz pesquisa

Veículo: Blog do Torcedor / NÚMEROS

Data: 30 de janeiro de 2011

Título: Torcida rubro-negra é a mais otimista do Estado, diz pesquisa

 

Instituto Maurício de Nassau divulga pesquisa sobre a torcida pernambucana

 

O Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau traçou um perfil dos torcedores pernambucanos.

 

Confira o resultado do estudo:

 

Torcida rubro-negra é a mais otimista do Estado, diz pesquisa
Pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau

 

Cerca de 53,2% dos recifenses acompanham o Campeonato Pernambucano de Futebol. E, segundo a pesquisa realizada pelo Instituto Maurício de Nassau nos dias 6 e 7 de janeiro, dos torcedores que acompanham sempre, há um maior percentual de torcedores do Sport (53,3%), seguido pelos torcedores do Santa Cruz (28,7%) e, por fim, do Náutico (10,3%). Em relação ao meio de comunicação mais utilizado para acompanhar o campeonato pernambucano, predomina a televisão (95% de um total de 100%), por sua vez, apenas 37% dos entrevistados afirmou ir aos estádios.

 

Analisando o meio de comunicação preferido para o acompanhamento do Campeonato por classe social, obtém-se o seguinte resultado: o maior percentual da Classe A utiliza o rádio; o maior percentual da Classe B acompanha através da internet e os maiores percentuais das Classes C e D acompanham através da televisão. No que tange ao otimismo dos torcedores no que concerne ao título do Campeonato Pernambucano de 2011, a torcida do Sport é a mais otimista, dentre os rubro-negros 93,2% acreditam que seu time será campeão, 0,6% acreditam que vai dar Náutico e 6,2% não souberam responder.

 

Entre os torcedores do Santa Cruz são menos otimistas, 75% acreditam que o Santa será campeão, 8,9% acreditam que vai dar Sport e 4,8% que vai dar Náutico, 11,3% não souberam responder. Já 88,4% dos alvirrubros acreditam que seu time será campeão, 2,9% acreditam no título do Sport  e 8,7% não souberam responder.

 

Quando analisado o tamanho da torcida de cada clube, verifica-se que o Sport possui a maior torcida (39,8%), seguido pelo Santa Cruz (20,8%) e em terceiro lugar o Náutico (8,5%).  Com relação ao gênero dos torcedores, verifica-se que a torcida do Santa Cruz é predominantemente masculina (59,2%), a torcida do Náutico possui um número ligeiramente maior de mulheres (50,7%), a torcida do Sport apresenta o percentual de 51,2% de homens. Todavia, o número de pessoas que não torcem por nenhum clube é composto essencialmente de mulheres (78%). Em termos de faixa etária, o maior número de torcedores do Sport e do Santa Cruz tem entre 24 e 34 anos, enquanto que o maior número de torcedores do Náutico tem entre 45 e 59 anos.

 

COPA - A maior parte da população da região metropolitana do Recife é favorável a realização da Copa do Mundo no Brasil. Há uma tendência de apoio ao financiamento público para a construção de estádios (integral ou parcial), 57% dos entrevistados apoia essa prática. Dentre os entrevistados, há uma expectativa positiva sobre os desdobramentos econômicos da realização da Copa em Pernambuco, principalmente nos setores relacionados ao turismo e emprego e, em uma proporção menor, também há otimismo sobre os efeitos do evento na infraestrutura e segurança pública.

 

Confira a pesquisa: campeonato-pernambucano-2011-1

Leoninos estavam confiantes no início

Veículo: Jornal do Commercio / Mais Esportes

Data: 30 de janeiro de 2011

Título: Leoninos estavam confiantes no início

 

Antes de a bola rolar para o 97º Campeonato Pernambucano, a torcida do Sport era a mais confiante na conquista do título. Foi isso que apontou a pesquisa realizada pelo Instituto Maurício de Nassau, entre os dias 6 e 7 de janeiro – o pontapé inicial do certame foi dado no dia 13 de janeiro. Por outro lado, do trio de ferro da capital, os tricolores eram os que menos acreditavam que seu time faturaria a taça. Curiosamente, após a maratona que virou as primeiras rodadas do Estadual, o Santa Cruz tem 18 pontos, dez a menos do que o Sport. O Náutico está em quarto lugar, com 11.

 

A pesquisa colheu que 93,2% dos leoninos acreditavam que o Sport seria campeão pernambucano. Nenhum rubro-negro apontou o Santa Cruz para tal, enquanto 0,6% disseram que o Náutico venceria e evitaria que o rival também se tornasse hexa – 6,2% não souberam responder.

 

Traçado um paralelo com o Santa Cruz, o percentual dos que apontavam o tricolor como ganhador do certame foi de 75%. A má campanha dos corais nos últimos cinco anos, quando o clube despencou da Série A do Brasileiro para a Quarta Divisão do futebol nacional, foi determinante para o resultado. Ainda em determinante para o resultado. Ainda em relação aos corais, 9% apostaram no Sport como campeão e 4,5% no Náutico – 11,3% não opinaram.

 

Já 88,4% da torcida alvirrubra ouvida pela pesquisa cravou que o Timbu faturaria a taça. Assim como os rubro-negros, ninguém foi de Santa Cruz, enquanto 2,9% votaram no Sport – 8,7% não souberam responder.

 

“A torcida do Sport se mostrou como a mais otimista antes de o campeonato começar. Já a do Santa era a menos confiante. O interessante é que, dentro de campo, os resultados do começo da competição estão sendo mais satisfatórios para o Santa do que para o Sport”, disse Djalma Guimarães Júnior, economista do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau.

 

A pesquisa também abordou outros pontos. Em relação à faixa etária, a maioria dos rubro-negros e tricolores está concentrado entre os 25 e 34 anos. Já os alvirrubros são encontrados em maior quantidade entre os 45 e 59 anos. Já a respeito do gênero, percebe-se que a torcida do Santa Cruz é marcadamente masculina, com 59,2%. A do Náutico possui um número ligeiramente maior de mulheres (50,7%), enquanto a do Sport conta com 51,2% de homens.

 

Em relação à preferência clubística, sempre alvo de muita polêmica entre rubro-negros e tricolores, o estudo obteve o mesmo resultado de outras pesquisas anteriores. O Sport detém a preferência para 39,8%, seguido do Santa Cruz, com 20,8%. O detalhe é que logo a seguir vem os que não torcem para ninguém: 18,4%. Só depois aparece o Náutico, com 8,5%. O primeiro clube de fora do Estado a ter representação significativa é o Corinthians, com 1,6%. Os outros times somam 3,1% da preferência, enquanto 7,9% não responderam.

 

A pesquisa ouviu 815 pessoas na Região Metropolitana do Recife, dos quais 53,2% disseram que acompanham o Pernambucano.

 

Confira a pesquisa: campeonato-pernambucano-2011-1

58,3% da população da RMR conhecem alguém que consome maconha

Veículo: JC Online / Cotidiano

Data: 21 de janeiro de 2011

Título: 58,3% da população da RMR conhecem alguém que consome maconha

 

De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Maurício de Nassau, mais de 90% da população da Região Metropolitana do Recife (RMR) já ouviram falar em drogas como maconha, crack, cocaína e loló, no entato, menos de 13% afirmam ter consumido as substâncias. A maconha é a mais comum no meio social, pois 58,3% conhecem alguém que consome a droga. A menos vista é a Oxi, com apenas 6,3%.

 

O uso dessas substâncias é tido como normal entre amigos (20,4%), vizinhos (17,3%), conhecidos (13,8%) e outros parentes (13,1%) dos entrevistados.

 

A pesquisa ouviu 815 pessoas entre os dias 6 e 7 de janeiro. Embora a amostra revele a proximidade dos entrevistados com os usuários, mais de 80% são contra a liberação das drogas.

 

Ainda de acordo com o Instituto, 68,1% não sabem o que significa descriminalização das drogas e 62% culpam os traficantes e os consumidores pelo tráfico e sua consequente violência.

 

Em relação ao consumidor de drogas ser preso pela polícia, 52,1% afirmam ser contra e 44,6% são a favor. Já para 94,3% dos entrevistados, os traficantes deveriam ser presos.

 

As opiniões postadas neste blog não refletem necessariamente a posição deste Instituto.

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