Instituto Maurício de Nassau

19 de Março de 2014 às 12:14

Recifense não quer protestos na Copa

O recifense quer ver a copa e não presenciar mais protestos. Isso é o que aponta pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN). Intitulado “Os recifenses e a Copa do Mundo”, o levantamento mostra que 66,2% das pessoas entrevistadas não gostariam que fossem promovidas manifestações no Recife durante os jogos.

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12 de Março de 2012 às 11:46

Muito além da banda larga

O Fundador e Acionista Controlador do Grupo Ser Educacional, Janguiê Diniz, comenta sobre a popularização do acesso à internet.

O Brasil quer se preparar para o grande número de turistas que estarão em solo verde-amarelo em 2014. No tocante ao acesso à web, estima-se que o volume de visitantes que terão interesse ao uso da internet seja grande. É preciso investir neste segmento. Esta semana, a presidente Dilma Rousseff anunciou que injetará pelo menos R$ 200 milhões em 12 cidades-sede voltados para a telefonia móvel. Boa iniciativa. Mas a conversa é antiga, pouco se avançou, e o Brasil tem pressa.

Com a realização da Copa do Mundo no país, é primordial que se perceba que muito ainda precisa ser feito onde ocorrerão os jogos mundiais. Seja na infraestrutura das cidades, com melhoramentos em portos, aeroportos e mobilidade urbana, seja na segurança, saúde ou educação. Mas estamos falando de um público o qual não conhecemos, mas que será, no mínimo exigente. Os turistas, de todo o mundo, que aportarão aqui, são bem informados e, antes mesmo das necessidades de locomoção, segurança ou lazer, estarão conectados à internet.

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7 de Fevereiro de 2011 às 17:08
Autor Gian Mello - Postado em Turismo | Sem comentários - Comente!

Aumenta a permanência de dias dos turistas em Natal, diz pesquisa

O Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau entrevistou 401 turistas e revelou que, agora, eles ficam de 5 a 10 dias na cidade

 

O turista que visita a capital do Rio Grande do Norte ampliou o número de dias em que permanece no Estado. Antes, os visitantes ficavam em média três dias na cidade. Agora, esse número passou a ficar entre 5 e 10 dias. Esse aumento na quantidade de dias se reflete em mais diárias em hotel, mais consumo em restaurantes, lojas e locais de lazer. Ou seja, mais dinheiro circulando na economia da cidade e do Estado. Essas informações foram apuradas junto aos turistas que visitaram a cidade nos dias 13 e 14 de janeiro e estão na Pesquisa de Opinião de Satisfação do Turista com a cidade de Natal. A análise foi realizada pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau com 401 entrevistados de diversos estados do País. 

 

“O aumento na permanência de dias foi um fator que nos surpreendeu na pesquisa. Antes, esse número registrava uma média de três dias, agora está entre cinco e dez dias. Mostra que o turista está conhecendo outras áreas do estado e ampliando sua permanência. Isso é bom para a economia, mas é importante ficar atento para oferecer mais opções para o turista”, explica a coordenadora da pesquisa e do curso de Turismo da Faculdade Maurício de Nassau, Adriana Garcia. Os turistas que vêm à cidade, na sua maioria, ou seja, 52,9% gastam entre R$ 1 mil e R$ 4 mil, por meio de dinheiro e cartão de crédito (70,6%). Apenas 2% utilizam cheques e 12,6% o cartão de débito.

 

Os turistas foram entrevistados em três praias da capital potiguar: Redinha, Ponta Negra e Artistas, sendo 52% do sexo feminino e 48% homens. A intenção da pesquisa, a primeira realizada pelo Instituto de Pesquisa da Faculdade Maurício de Nassau, é analisar qual a opinião do turista sobre a cidade e, a partir dele, estabelecer critérios para atender de forma eficiente os visitantes. “Esse é um estudo situacional. A partir dele podemos avaliar como está a situação do turismo na capital. Com base nos resultados do estudo, o poder público e a iniciativa privada podem avaliar estratégias para melhorar os serviços e ampliar o número de visitantes à cidade”, lembra.

 

Um importante indicador para o setor de turismo da capital Potiguar é a fidelização dos turistas, 82% dos turistas entrevistados afirmaram o desejo de voltar. “Esse é um dado importante na pesquisa. Os turistas têm interesse em voltar, mas o poder público e a iniciativa privada precisam gerar novas atrações para fazer com que esse turista volte à cidade. Não pode ficar centrado apenas no turismo de sol e mar”, explica a coordenadora da pesquisa. No universo de turistas que esteve em Natal nesse mês de janeiro, 58,1% veio pela primeira vez à cidade.

 

Dos que já estiveram em Natal e agora estão de volta, predomina os que estão visitando a cidade pela segunda e pela terceira vez, 54,6% do total.  A pesquisa também fornece uma indicação de que a primeira visita a Natal é intermediada por uma agência de turismo, 56% do total, a partir da segunda visita o turista volta à cidade por intermédio de outras alternativas. A pesquisa mostrou, também, que ainda existe um grande espaço para ser explorado pelo setor em Natal, principalmente, entre as pessoas da terceira idade.

 

TURISMO REGIONAL – Nesse segmento, observa-se que o maior percentual de turistas que visitam a capital do Rio Grande do Norte é de pessoas com idade entre 25 e 34 anos (39,2%), enquanto que o grupo de idosos só responde por um total de 5,7%, fato que indica uma possibilidade de expansão no número de visitantes dessa faixa etária, que ainda não foi um objeto de trabalho do trade turístico nem do poder público. “Hoje, o segmento de turismo da terceira idade é um dos que mais cresce no mundo e quem não perceber e se adaptar para atender a esse cliente vai perder espaço e dinheiro. Mas essa faixa ainda não é explorada em todo o seu potencial”, lembra Garcia.

 

Mas mesmo dentro do público que visita à cidade, a pesquisa mostra que existe uma tendência de centralização nas regiões emissoras de turistas para Natal. Em relação a origem, predomina o grupo de turistas da própria região Nordeste aproximadamente 40%, os turistas da região Sudeste representam 24,2%, principalmente, dos estados do Rio de Janeiro (12%), Pernambuco (10%), Paraíba (8,5%) e São Paulo e Bahia (8,2%). Isso mostra o potencial de exploração que ainda existe em estados das regiões Norte, Centro-Oeste e Sul do Brasil. Vale ressaltar, que entre esses turistas, a maioria deles é de solteiros, que representam 43,8% dos visitantes, contra 33,2% de casados, e 8,4% de divorciados.

 

“Esses números revelam uma surpresa na emissão de turistas para Natal. Antes, os paulistas eram predominantes e hoje vemos uma concentração no turismo intra-regional”, lembra. Outra característica do turista que escolhe Natal para passar férias é a escolaridade elevada, pois 44,3% dos entrevistados possuem ensino superior completo ou pós-graduação. Em termos de renda, 49,3% dos turistas têm renda mensal superior a R$ 2.550,00. A grande maioria tem interesse de ficar na cidade por um período entre cinco e dez dias (33,8%), enquanto 20,3% pretendem ficar na cidade por apenas cinco dias, mas 19,1% têm interesse em esticar a estadia por um período de 10 a 15 dias.

 

INDICAÇÃO DE AMIGOS – A escolha da cidade como destino turístico ainda está restrito, em grande parte, a indicação de amigos e parentes. Um total de 55,7% dos entrevistados revelou que veio conhecer a cidade por recomendação de pessoas da família ou do circulo de amizade. “Pelo que vimos na pesquisa o boca a boca ainda é o forte na divulgação da cidade. Isso é uma tendência muito forte no Rio Grande do Norte”, disse. Já 20,3% chegaram a Natal por meio de agências de viagens, 10,4% através de sites especializados e 13,6% souberam da cidade por anúncios em TV, jornais, e revistas e matérias de televisão.

 

A pesquisa demonstra que essa forma de indicação se reflete no local de hospedagem escolhido pelos turistas. Dessa forma, 40,6% ficam em casa de familiares e amigos, contra 34,3% em hotel, e 15% em pousadas. Os turistas que mais procuram hotéis como meio de hospedagem são de estados mais distantes do Rio Grande do Norte. Com destaque para os seguintes estados: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rondônia, Roraima e o Distrito Federal. “A opinião de parentes e amigos é a fonte de referência mais significativa para a determinação da viagem a Natal. Com isso, há espaço para outras estratégias de divulgação e conseqüente intensificação do turismo na região”, afirma a coordenadora do curso de Turismo da Faculdade Maurício de Nassau.

 

Mas, mesmo tendo muito que comemorar, o setor de turismo da cidade, de acordo com os dados da pesquisa, também tem de ficar atentos a determinados problemas.  O turista que visita a capital do Rio Grande do Norte considera a cidade pouco eficiente em informações turísticas, defendem que a infraestrutura precisa ser melhorada (problema comum a maioria das cidades brasileiras), principalmente na questão da acessibilidade, e falha no atendimento nos serviços públicos. “Esses dados servem para que a iniciativa privada e o poder público busquem soluções para resolver os problemas e ampliar o número de turistas na cidade”, afirma Adriana Garcia.

 

Confira a pesquisa: satisfacao-turista-natal

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