Instituto Maurício de Nassau

27 de Maio de 2009
Autor Adriano Oliveira - Postado em Eleições 2010 |

Diante do vácuo institucional, outra instituição surge

 

A reforma política não será votada, imagine aprovada. Afirmei isto no BLOG anteriormente. Inocentemente, vários colunistas continuaram a acreditar no possível desempenho satisfatório do Congresso. Os parlamentares reclamam da judicialização. Mas não olham para si. O Parlamento brasileiro não funciona, em razão disto o Supremo Tribunal Federal judicializa. Diante do vácuo institucional, outra instituição surge. Assume o lugar. Portanto, espero que os parlamentares, ou alguns articulistas, não venham reclamar de Gilmar Mendes caso ele decida, junto com o TSE, determinar novas regras para as eleições de 2010. O Brasil não precisa de uma reforma política ampla. O sistema eleitoral brasileiro – considerando o contexto partidário, político e social – requer voto distrital, fidelidade partidária (esta já existe, graças ao Poder Judiciário) e voto majoritário. Não mais do que isto. Os que pregam financiamento público de campanha pensam que moram na Suíça. E os que defendem a lista fechada, nunca conversaram com algum político, pois acreditam a democracia predomina nos partidos.

1 comentário registrado to “Diante do vácuo institucional, outra instituição surge”

  1. Janaína comentou:

    No meu ver faltam informações, ou seja que as informações sejam mais claras e exploradas no veículos de comunicação. O problema é veicular, algo que só beneficiará ao lado deles. Está aí o grande problema.

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