Greves e funcionalismo público

Por ter estabilidade, os funcionários públicos fazem greve. Caso eles pudessem ser demitidos sumariamente por não comparecimento ao trabalho, eles não fariam greve. Com o fim da estabilidade, muitos indivÃduos não rumariam para o serviço público. A estabilidade incentiva as pessoas a realizarem concursos públicos. Os funcionários públicos, com exceções, claro, não desejam melhores condições de trabalho. Eles querem, apenas, aumento salarial. Quando o governo concede o aumento, eles voltam ao trabalho. Os sindicados não desejam o bem comum. Eles desejam um estado com privilégios. Cada categoria do funcionalismo deve ter privilégios no estado. O estado não deve servir a todos, mas apenas aos servidores públicos.



29 Junho 2009 às 17:01
Qualquer trabalhar seja ele público ou privado tem direito a greve, mas claro, desde que estejam lutando por um direito a ele negado ou omitido. Sem generalizar, algumas greves no funcionalismo público não são necessárias, pois por terem ótimos salários quando comparados as mesmas funções no setor privado, nota-se que muitos servidores desejam regalias de mais, sem quere ser ditador nesse meu comentário.
A insatisfação constante e permanente do funcionalismo público não é culpa dos próprios funcionários mas sim da cultura enraizada da estabilidade no emprego. O raciocÃnio do Professor Adriano Oliveira, quando a estabilidade pode ser que esteja certa, nos dias de hoje em que as despesas com pessoal superam as receitas, o buraco cresce a cada ano tanto nos cofres públicos como na previdência. O bom e mais justo seria a sugestão de um estudo para promover uma reforma no funcionalismo público quanto à estabilidade e remuneração, critérios deveriam ser impostos para garantir a funcionalidade dos setores e instituições.
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Viste o Blog do Adriano Sales: http://www.adriano-sales.blogspot.com
29 Junho 2009 às 19:02
Realmente a maioria dos funcionários públicos, salvo raras exceções, só almejam na realidade aumento salarial e não melhoria real nas condições de trabalho. Concordo, depois de algumas discussões em sala, com o raciocÃnio do Profº Adriano com o fim da estabilidade dos funcionários públicos. Deixando esta estabilidade para setores essenciais ao Estado, como segurança, diplomacia e área jurÃdica por exemplo. Pois ao meu ver, tal estabiidade gera aos cofres públicos uma tremenda ‘ bola de neve ‘ na previdência e quem sabe a falência econômica do estado. Pra quê, com o devido respeito a nobre classe, médico gozar de estabilidade pública?