Menos acidentes
Quem quiser questionar pode, mas não adianta negar que com a implantação da lei seca em seu mais alto rigor, as coisas melhoraram para a saúde pública. Em todas as capitais do Brasil, é notável a diminuição de acidentes causados por irresponsáveis do volante. Não se justifica beber, dirigir e causar acidentes. A lei é certa, deve ser cumprida e todo rigor para ela é pouco. Acompanha abaixo a matéria do Jornal do Commércio.
Número de atendimentos no HR cai com a lei seca
Publicado em 28.07.2008, às 19h21
Do JC OnLine
Com informações de Flávia Barros, da Rádio JC/CBN
O número de acidentados atendidos na emergência do Hospital da Restauração (HR), a maior unidade de traumas do Norte/Nordeste, caiu desde que a chamada lei seca entrou em vigor há mais de um mês. De 1º de junho até o último dia 20, a unidade de saúde, localizada no Recife, registrou uma redução de 43% no número de pacientes admitidos em uma comparação com o mesmo período do mês de maio.
Somente nos finais de semana, os números caíram 51,4%, o que contribuiu para a queda dos atendimentos emergenciais, que antes chegavam a 500 por dia e hoje estão em torno de 280.
Para o diretor médico do HR, Hélder Correia, a redução dos acidentes após a implantação da lei seca possibilitou a melhora na qualidade dos atendimentos e reduziu os custos da saúde pública. “A equipe pode ficar mais disponível a atender aqueles casos a que o hospital está destinado, que são os de alta complexidade. O custo social, ou seja, poupar vidas, é o ganho real”, afirma o diretor da unidade.
O custo com acidentado no leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é de R$ 1,2 mil a R$ 2 mil por dia. Um paciente com traumas na cabeça, por exemplo, geralmente requer cuidados por aproximadamente 15 dias.



