Instituto Maurício de Nassau

31 de Março de 2009
Autor Adriano Oliveira - Postado em Economia |

Ou reformamos o estado, ou o Brasil quebrará.

Vejam: gastos obrigatórios compõem mais de 80% dos compromissos da União. Quais são os gastos obrigatórios? Gastos com pessoal, aposentadoria, seguro-desemprego e benefícios sociais. O governo reduziu gastos, diante da crise. Por exemplo: os projetos do PRONASCI ficarão parados por falta de verbas. Vocês sabem o que é o PRONASCI? O programa de segurança pública do presidente Lula. De acordo com o ministro Tarso Genro, o corte prejudicará, inclusive, as ações da Polícia Federal. Pois bem. Lembram que o Brasil possui cerca de 10 milhões de funcionários públicos? Estes funcionários representam despesas eternas, considerando a estabilidade e a responsabilidade previdenciária. É impossível realizar investimento, diante do tamanho do estado brasileiro. Todos os poderes gastam muito. No momento de bonança, o governo optou por contratar servidores e aumentar a despesa com custeio. Em vez de poupar e reduzir a carga tributária do setor produtivo. Aumento de produção. Aumento de receita. Diante da marolinha (crise), o governo opta por cortar recursos do PRONASCI. Mais uma vez afirmo: ou reformamos o estado, ou o Brasil quebrará.

 

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